quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

Nhoque de abóbora moranga ao molho de tomate caseiro

Como vocês sabem, segunda entrei na missão de fazer nhoque com a abóbora mais aguada do mundo, a moranga. Foi um parto! Não quis usar a quantidade de farinha necessária para chegar à consistência ideal para não perder o sabor, então o jeito foi tentar cozinhá-los de uma forma que não desmanchassem. Não deu muito certo, mas vamos lá!

Lavei e cortei em pedaços grandes uma abóbora de cerca de 1,5 quilo. Separei em duas formas e coloquei para assar em forno alto até ficar bem macia (uns 40 minutos). Raspei a polpa da abóbora com uma colher, dispensando a casca, e amassei com um espremedor de legumes. Deixei esfriar e juntei 1 ovo, 1,5 xícara de chá de farinha integral e 1,5 xícara de chá de farinha branca. Misturei bem, até formar uma massa homogênea e grudenta (leia-se: impossível de enrolar!).

Foi aí que começou a saga. Meu marido deu a ideia de formar as bolinhas com a ajuda de duas colheres de sobremesa e ir colocando na água fervente para cozinhar. Resultado: nhoques totalmente amorfos!

 Nhoque "rústico" de abóbora moranga! Hahahaha

Outro problema era que cozinhar tanta massa iria levar uma eternidade e como era segunda e a gente esperava jantar em algum momento, esse método foi deixado de lado. 

A segunda ideia brilhante foi usar um saco de confeiteiro para soltar as bolinhas na água. Resultado: várias minhoquinhas de massa boiando na panela :D. 

Dispensa comentários!

Mas, veja só, juntando tudo isso e cobrindo com molho de tomate caseiro caprichado, até que deu pra fazer um prato bonitão!  

Nhoque tronxo + molho bonito = prato aceitável!

Como ainda tinha sobrado muita massa, com fome e meio frustrada, decidi improvisar, assando-a inteira no forno, já que era impossível manuseá-la (pode rir... mas aposto que se fosse um chef famoso você ia achar incrível! rs). Dispus a massa uniformemente em um refratário untado com manteiga, cobri com molho de tomate, 5 fatias de muçarela e salpiquei orégano. Em termos de sabor, saiu melhor do que a encomenda! 

Taí, escondidinho  vegetariano de abóbora!

Da próxima vez, juro que escolho outro tipo de abóbora. Nada pessoal, amiga moranga!

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sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

Pão integral caseiro

Acabaram-se as desculpas para não fazer pão! É demorado. Faz a maior sujeira. Tem que sovar. Tem que usar fermento biológico e estraga rápido. Nada disso! Essa receita que eu peguei no site Panelinha é rápida, fácil e feita com fermento em pó! Se ainda assim você não tomou coragem pra fazer o seu pão, leia os ingredientes descritos nas embalagens dos pães integrais industrializados que você se convencerá rapidinho a colocar a mão na massa! Eu ando tão indignada com o monte de porcarias que a gente engole (literal e figurativamente) que essa coragem toda bateu em plena segundona à noite (ia publicar terça, mas entrou uma tradução de mais de 13 mil palavras pro dia seguinte, aí já viu! Só consegui voltar retomar as coisas hoje).

Tudo começou assim, misturando os ingredientes secos - 2 xícaras de farinha de trigo integral, 2 xícaras de farinha de trigo branca, 2 colheres de fermento em pó e 1 colher de sal (tudo de chá).


Mentira! Tudo começou acendendo o forno, em temperatura alta! rs

Continuando, fui acrescentando aos poucos 400 ml de água (2 xícaras e 1/3), mexendo tudo com uma espátula para incorporar bem os ingredientes. Quando começou a ficar difícil de misturar, passei a manipular a massa com as mãos, até ficar mais homogênea (não precisa sovar). Não estranhe, ela é um pouco grudenta mesmo, mas até que fica bonitinha!

Esse copo não é meu! rs
Coloquei a massa em uma forma de bolo inglês média, ajeitei com uma espátula e fiz um corte no meio. Depois de uns 40 minutos de forno (até começar a ficar dourado), o que saiu foi essa lindeza aí!

Pão integral fresquinho, fofinho e caseiro em pouco minutos!