terça-feira, 25 de outubro de 2016

Nachos caseiros



Quem disse que não dá para fazer os deliciosos nachos de milho, os famosos totopos mexicanos, estilo Doritos, em casa?

Além de acompanhar a guacamole e o sour cream, também fazem bonito com patês e molhos diversos! 

No último sábado, recebi alguns amigos para uma noite mexicana e eis que inventei de fazer não só as tortillas, como também os totopos. 

Se você quer uma receita simples, rápida e fácil, de encher os olhos e impressionar a audiência... bom, passe longe dessa!rs

É demorada e trabalhosa! Passei a tarde na cozinha preparando nachos para 6 pessoas. Mas o resultado, sem dúvida, vale a pena! 

O gosto não se compara ao daquele super industrializado com o qual estamos acostumados.

O começo é simples: misturei 2 xícaras de farinha de milho fina, 2 xícaras de farinha de trigo e sal em uma tigela grande, depois adicionei água aos poucos e amassei com as mãos até formar uma massa lisa e homogênea, que desgruda das mãos (não me pergunte o quanto de água, vai colocando até chegar no ponto...rs). 

Depois começa o perrengue: separei a massa em uns 6 pedaços e abri cada um deles com um rolo de massa até ficar um pouco maior do que a minha mão. Usei máquina de macarrão para continuar abrindo a massa, passando da espessura 0 até a 5, para ficar bem fina. 

Esse processo é um pouco trabalhoso, porque a massa é rígida e quebradiça (se quebrar, não desanime! Continue esticando até ficar bem fina, mesmo que os pedaços fiquem pequenos).

Depois, cortei as dezenas de pedaços de massa esticados na mesa em forma de triângulo, coloquei em formas grandes e pincelei os dois lados com óleo de canola. 

O processo...😓

Levei ao forno médio até começarem a dourar. 

Eu assei em 4 fases, porque não tinha nem forma e nem espaço suficiente no forno para assar tudo de uma vez só. 

Muitas horas e algumas fornadas depois, saíram meus nachos, lindos de morrer e deliciosos! Não sobrou 1 pra contar a história!


   




sexta-feira, 21 de outubro de 2016

Risoto de fraldinha e vinho tinto

Observação número 1: o prato escolhido para a noite quente de ontem não foi o ideal, ainda mais porque veio acompanhado de uma taça de vinho tinto. Já se sentia o suadouro causado pela dupla logo na primeira garfada. Conclusão: realmente, não dá para tomar vinho tinto no verão (pelo menos no brasileiro). Não é preconceito. Não é regra de etiqueta. Simplesmente não dá! Observação número 2: o vinho do risoto também contribuiu para o fogacho! Conclusão número 2: não dá pra harmonizar vinho com vinho no verão! Enfim, a escolha foi infeliz para uma noite tão quente. Mas que tava bom, tava! A gente comeu e repetiu e ficou feliz da vida! Mas o vinho ficou só na primeira taça. Fato sem precedentes... Enfim, vamos à receita. Limpei e cortei em iscas cerca de 1/2 quilo de fraldinha. Em uma panela média, refoguei 1/2 cebola picada em 1 colher de sopa de azeite, adicionei a carne e temperei com sal e pimenta do reino. Deixei fritar até a água secar, mexendo de vez em quando. Adicionei 1 xícara de arroz comum e, aos poucos, 1/2 garrafa de vinho tinto, sem parar de mexer. Quando o vinho acabou, comecei a adicionar aos poucos e mexendo 1/2 litro de caldo de legumes. No final desse processo, o arroz já estava quase no ponto. Deixei cozinhar mais uns 10 minutos com o fogo baixo. Desliguei o fogo, acrescentei 1/2 colher de sopa de manteiga e 1/2 xícara de queijo parmesão fresco ralado. Misturei bem e servi em pratos fundos com mais queijo ralado! Ficou bonito e gostoso! rs

Um bom risoto vai bem em
qualquer ocasião! Só que não...rs

quinta-feira, 20 de outubro de 2016

Pimentões recheados com quinoa

Há algum tempo estava namorando essa receita do blog Garden Gazer que encontrei no Pinterest e o fato de pimentões amarelos e vermelhos estarem em promoção no mercado deu aquele empurrãozinho que faltava para eu ir pra cozinha! Inclui carne moída e pimenta para dar um toque mais mexicano e menos vegetariano e ficou simplesmente maravilhoso! Comecei lavando, tirando o caroço e a parte branca interna e cortando ao meio 1 pimentão de cada cor - amarelo, vermelho e verde. Reservei. Cozinhei em água e sal 1 xícara de quinoa em grãos, como indicado nesse post. Enquanto a quinoa cozinhava, fiz o resto do recheio: em uma panela grande, refoguei 1 cebola, 4 dentes de alho e 2 pimentas malaguetas picadas em 1 colher de sopa de azeite. Depois, acrescentei 1/2 quilo de carne moída, temperei com sal e pimenta do reino e salsinha e deixei fritar até a água secar - mexendo sempre, para ficar bem soltinha. Acrescentei 2 tomates picados, deixei no fogo até o tomate desmanchar e formar um molho e juntei 2 xícaras de feijão preto (cozido, refogado e temperado), 1 xícara do caldo do feijão e a quinoa cozida. Misturei tudo, ajustei o tempero e deixei no fogo mais uns 10 minutos para  engrossar o caldo e apurar o tempero. Dispus os pimentões em 2 formas grandes, recheei com o meu, digamos, chilli com carne e quinoa, salpiquei muçarela ralada e levei ao forno alto até o queijo derreter. Para acompanhar, apenas os tradicionais guacamole e sour cream. Precisa de mais?

Combinação perfeita!



terça-feira, 18 de outubro de 2016

Brigadeiro gourmet

Quando bate aquela vontade incontrolável de comer um doce, o que você faz? Eu, geralmente, vou dormir com vontade, porque nunca tem doce nenhum na minha casa...rs Já ouvi dizer que muita gente resolve a situação preparando um brigadeiro básico, pra comer de colher, da panela mesmo! Inspirada nesse clichê, lá fui eu pra cozinha numa noite chuvosa pós-feriado dar um jeito de saciar minhas dragas. Como tinha um pedaço de uma barra de chocolate meio amargo - que está há meses acenando para mim do meu armário - decidi dar uma incrementada na receita e usá-lo no lugar do chocolate em pó. Vale observar que essa foi a segunda vez na vida que eu fiz brigadeiro. A primeira foi para entreter minha sobrinha, que tinha uns 6 anos na época, e a verdade é que ela praticamente me ensinou a fazer, mas não deu muito certo...rs. Dessa vez, deu! Foi super fácil e ficou uma delícia!!! Em uma panela pequena, fora do fogo, misturei 1/2 xícara de creme de leite com 1 xícara de farinha de trigo até formar um creme homogêneo. Juntei 1 lata de leite condensado e levei ao fogo baixo. Quando esquentou, acrescentei 200 gramas de chocolate meio amargo picado e mexi até desgrudar da panela. Não precisou nem levar à geladeira para que ficasse com a consistência e o gosto perfeitos! Cremoso, brilhante, um sonho! Como deve ser um bom brigadeiro! 


Para enrolar meu brigadeiro, usei com o mesmo
chocolate da receita (ralado)!




quarta-feira, 28 de setembro de 2016

Missão resgate: frigideira de batata, abobrinha, linguiça defumada e bacon

Não é light! Aliás, é uma bomba calórica! Mas, às vezes, só uma gordurinha salva! Eu passei 30 anos sem comer bacon e nem torresmo. O torresmo entrou na minha vida quando comecei a almoçar virado à  paulista num boteco perto do escritório. No começo, eu dispensava. Depois que comi um, totalmente influenciada pelas minhas colegas de trabalho, Rita e Mariangela, já era! Hoje, eu amo! O bacon foi culpa do meu marido. O cara é apaixonado e eu acabei indo na onda. Não amo. Vivo sem. Incluí nesse prato porque tinha sobrado de uma noite que fizemos hambúrguer e já estava quase indo pro saco. Aliás, essa foi mais uma daquelas ocasiões em que aproveitei tudo que já estava fazendo aniversário na geladeira pra preparar um jantar novinho em folha! Enquanto caçava os ingredientes, já fui pensando na preparação e deu no que deu! Comecei cozinhando 4 batatas médias descascadas e cortadas em 4 em 1 litro de água fervente e 1 colher de sopa rasa de sal até começarem a ficar macias. Escorri e reservei. Em uma frigideira grande, fritei 6 fatias de bacon (3 de cada vez) até ficarem crocantes. Reservei. Depois, foi as vez das linguicinhas defumadas (o Peter - meu padastro, vocês já sabem - trás umas da marca Hillshire Farm, dos Estados Unidos, que são uma loucura!). Fritei na mesma frigideira até ficarem douradas. Reservei. Fiz o mesmo com as batatas e depois juntei 1 1/2 abobrinha picada e temperei com sal e pimenta do reino. Quando a abobrinha ficou al dente, adicionei as linguiças e 1 xícara de champignons em conserva fatiados. Deixei no fogo médio por cerca de 10 minutos, mexendo de vez em quando. Ajustei o tempero, reguei com azeite e dispus as fatias da bacon em cima. Indecência total!

Comendo COM culpa! rs


terça-feira, 27 de setembro de 2016

Polenta cremosa com molho de linguiça de pernil

Na noite da última segunda (também conhecida como ontem), meu marido, o Julio, foi mais uma vez pra cozinha preparar um comidinha aconchegante e quentinha, ideal para o friozinho gostoso que fez. A dupla polenta + molho é muito versátil, econômica e democrática! Seu principal ingrediente, o fubá, é barato, não tem glúten e combina com uma variedade de ingredientes. Impossível não conseguir fazer um acompanhamento com alguma coisa que você já tem em casa. O Julio usou cerca de 500 gramas linguiças de pernil sem pele e esmagadas, que foram bem fritinhas e refogadas  com cebola e alho. Adicionou 2 latas de tomate pelado (tomates de 1 lata picados e de outra lada, inteiros), temperou com sal, pimenta do reino e ervas finas e deixou apurar por cerca de 15 minutos em fogo baixo. Se precisar, adicione um pouco de água. A polenta ele fez assim e temperou com sal, pimenta do reino branca e ervas finas secas (coringa!). Essa quantidade serve 4 pessoas (famintas!). Depois, foi só servir num prato fundo com o molho por cima. Me fala se essa receita não é quase tão rápida quanto esse post? Ideal para preparar durante a semana! Que tal hoje? Garanto que não tem como dar errado!

Companhia perfeita
para uma noite fria!

quinta-feira, 22 de setembro de 2016

Calzone de peito de peru

Engatei numa onda de fazer massas que tá uma beleza! Primeiro, porque tenho conseguido cozinhar todos os dias! Segundo, porque fazer massa é gostoso, relaxante e, acredite, fácil! Quase uma terapia! Essa massa de calzone é a mesma que uso para fazer pizza. A receita é super coringa porque além de ser fácil de fazer, fica pronta rapidinho e você pode rechear com qualquer coisa. Misturei em uma tigela grande 2 xícaras de farinha de trigo, 1 colher de sopa de açúcar, 1 colher de chá de sal, 1 colher de sopa de fermento em pó, 2 colheres de sopa de azeite (pode ser óleo), 2 colheres de sopa de cachaça e 2 xícaras de água, nessa ordem. Comecei misturando tudo com uma colher de pau e quando a massa começou a dar liga, usei as mãos. Adicionei mais cerca de meia xícara de farinha e continuei misturando até a massa ficar homogênea e não grudar mais nas mãos. Sovei até a massa ficar lisinha e deixei descansar por 10 minutos. Nesse meio tempo, misturei 2 xícaras de peito de peru ralado com 1 xícara de Catupiry até formar uma pasta. Temperei com 1 colher de café de sal, 1 colher de sopa rasa de ervas finas secas e pimenta do reino branca e mexi bem. Abri a massa um rolo, dispus o recheio no meio, espalhando um pouco no comprimento, e dobrei a parte da massa vazia sobre a parte recheada. Fechei o calzone enrolando e pressionando a borda. Levei ao forno (pré-aquecido na temperatura máxima) até a massa começar a dourar, o que leva cerca de 20 minutos. Cortei em fatias grossas e finalizei com azeite e pimenta do reino. Difícil foi comer uma só!

É só fechar a pizza! rs