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quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Picanha acebolada cozida na cerveja e purê de batatas rústico

Essa semana descolei um tempinho em meio a correria pra cozinhar e não foi em vão. O resultado foi um daqueles pratos do qual você tem que tirar da frente pra não raspar a panela (tá bom, a intenção de repetir a dose no dia seguinte também ajudou a segurar o olhão). Nada difícil, nada demorado, nada caro. Na verdade, foi praticamente de graça, já que a vedete foi meia peça de picanha que sobrou do churras do fim de semana. Antes que alguém me xingue por ter submetido a picanha à panela de pressão, deixa eu explicar logo que foi aquela parte maior, que geralmente inclui uma parte do coxão mole e não é tão (ou melhor, nada) macia. Cortei cerca de 1/2 quilo dessa picanha em bifes de dois dedos, cortei os bifes ao meio e temperei com sal, pimenta do reino e tomilho fresco e reservei. Cortei duas cebolas grandes ao meio e depois fatiei e refoguei com azeite até começarem a ficar transparentes. Adicionei 1 colher de açúcar mascavo, misturei bem, deixei cozinhar uns 5 minutos em fogo médio e, em seguida, adicionei 5 dentes de alho inteiros, descascados. Deixei cozinhar mais um pouco com a panela aberta e juntei os bifes de picanha. Misturei tudo e acrescentei 2 latinhas de cerveja de 269ml e tampei a panela. Depois de cerca de 1/2 hora, abri a panela, coloquei dois copos americanos de água e levei ao fogo novamente, onde ficou mais uns 20 minutos. Enquanto a carne cozinhava, fiz o pseudo purê: cozinhei três batatas médias cortadas ao meio em água e sal até ficarem macias. Tirei a casca e amassei as batatas de qualquer jeito com uma colher de pau. Finalizei com uma boa dose de azeite (mais ou menos 1/3 de xícara), misturei bem e desliguei o fogo. Olha só no que deu tudo isso! 

Pensa num pãozinho...miam, miam, miam!!!
Mas com o purê também caiu bem!







segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Picanha acebolada na cerveja e arroz com brócolis

Não é porque o dia está corrido que a gente tem que abrir mão de uma refeição caprichada. E capricho não tem nada a ver com muito trabalho. Fiz essa comidinha sexta-feira entre um compromisso e outro e ficou uma delícia! Olha só que rápido e fácil! Em um recipiente, temperei dois bifes de picanha com sal, pimenta do reino e um copo de cerveja e reservei. Refoguei uma xícara de arroz em alho e cebola, acrescentei uma xícara de brócolis picado (passe a faca delicadamente nas flores do brócolis, formando micro pedaços, quase farelos e dispense o cabo) e deixei cozinhar como de costume. Quando o arroz ficou pronto, fritei os bifes de picanha em uma bistequeira, sem nenhuma gordura, durante cerca de 5 minutos de cada lado. Retirei os bifes e fritei a cebola fatiada, temperada com sal e sálvia, na mesma panela. Acrescentei o caldo de cerveja que sobrou do tempero da carne e deixei cozinhar mais uns 5 minutos. Cobri os bifes com a cebola e servi com o arroz com brócolis e a mandioquinha que sobrou da outra refeição. Tudo de bom!
Estréia bem sucedida da bistequeira que 
ganhamos da Mari! Obrigada querida!
Almoço relâmpago de sexta

terça-feira, 27 de março de 2012

Arroz com lentilha, suflê de abóbora e picanha na cerveja

Nem eu sei de onde eu tirei pique para encarar a cozinha com tamanho respeito em plena segundona. Em vez do tradicional improviso com o que tem na geladeira, resolvi fazer algo mais planejado e elaborado. Tudo bem que isso fez com que a janta saísse quase 10 da noite. Tudo bem que a cozinha ficou uma bagunça (maior do que a de costume). As horas de terapia entre o fogão, a geladeira e a pia (e a cerveja!) compensam tudo isso!
O cardápio da noite foi arroz integral com letinha, suflê de abóbora e picanha na cerveja. Individualmente, os pratos são fáceis de preparar. O que dá trabalho é fazer tudo ao mesmo tempo! Comecei colocando a abóbora pescoço sem casca e cortada em cubos para cozinhar e  parti para o tempero da picanha. Misturei meia cebola picada, pimenta do reino, ervas secas, sal, alho e 1/4 de lata de cerveja. Coloquei os bifes de picanha dentro dessa mistura e reservei. O próximo da fila foi o arroz (mais tarde descobri que deveria ter sido o suflê, que leva mais tempo para ficar pronto). Refoguei uma quantidade generosa de alho picado (umas 2 colheres de sopa) em 2 colheres de Becel sabor manteiga. Adicionei uma xícara de arroz integral, uma xicara de lentinha e deixei fritar por três minutos, mexendo sempre. Coloquei mais duas xícaras de água e deixei cozinhar.  Enquanto o arroz cozinhava, fiz o suflê. Essa receita leva uma cebola pequena ralada, dois ovos, duas colheres de margarina, uma colher de colher de farinha de trigo, queijo branco ralado, um poquinho de noz moscada e sal. Tirei a abóbora do fogo, que já estava bem molinha,  amassei com um amassador de batata e temperei com sal e noz moscada. Em uma panela pequena, fritei a cebola na manteiga até ficar corada e adicionei a farinha, mexendo sempre. Quando essa mistura virou um creme (isso acontece muito rápido), coloquei o leite aos poucos, sem parar de mexer. Misturei esse creme com a abóbora amassada e reservei também para, ufa!, bater as claras em neve. Misturei as claras em neve com o creme reservado até ficar bem uniforme e fofo. Untei um refratário pequeno com óleo em spray, salpiquei o queijo branco, cobri com o creme e coloquei no forno (que já estava quente), onde ficou por 40 minutos. Último passo: tirei a picanha do molho e fritei em uma bistequeira. Para a carne ficar no ponto, eu deixei grelhar 3 minutos de cada lado em fogo baixo.  Para ficar bem passada, acho que bastam 4 minutos. O maior segredo para o preparo de qualquer carne é não ficar fuçando e nem virando a coitada desesperadamente. Tudo leva um tempo na vida, inclusive o cozimento de uma carne. Para quem já está há mais de 1 hora na cozinha, o que são mais 3 ou 4 minutos ?
Recompensa merecida!

Essa foto foi originalmente publicada no blog Todos para Cozinha
Para quem não sabe, essa é a abóbora pescoço!
A vantagem da que eu usei nessa receita é que ela vem direto do sítio do Peter, onde é cultivada sem nenhum agotóxico! Tem um monte lá!