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segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Galinhada

Comida confortável com gostinho de comida da vovó! É tudo o que a gente precisa para um domingo nublado de preguiça! Cai bem naquele dia que você não quer muita mão de obra, mas também não está com tanta pressa. Olha só: lavei com água corrente, sequei e temperei com sal e pimenta do reino cerca de 1/2 quilo de drummet de frango. Dourei todos eles em uma panela grande, um pouco de cada vez, tomando cuidado para que não encostassem uns nos outros (para não soltar água e garantir que ficassem bem douradinhos). Tirei da panela e reservei. Na mesma panela, refoguei 1 cebola picada, na gordura do próprio frango, até começarem a ficar transparentes. Juntei  3 dentes de alho picados e quando começaram a dourar, acrescentei 1 raminho de tomilho, uns 4 talos de cebolinha, 1 colher de chá de páprica doce e 1 de colorau, 1 colher de sopa de cominho, 2 folhas de louro e o suco de 1 limão. Misturei bem e deixei no fogo por cerca de 3 minutos, mexendo sempre. Acrescentei 1 xícara e 1/2 arroz branco e temperei com sal e pimenta do reino. Deixei fritar por alguns minutos e depois acrescentei 3 xícaras de água. Quando a água  começou a ferver, juntei 2 tomates sem semente cortado em cubos e as coxinhas de frango. Misturei bem e deixei no fogo baixo por mais uns 5 minutos. Eu comi assim mesmo e o Julio completou com azeite e pimenta do reino. Difícil foi parar de comer!


Comidinha confortável para um domingo preguiçoso...

quinta-feira, 28 de maio de 2015

Risoto de paio com couve

É muito gostoso cozinhar intuitivamente, misturar ingredientes e ver no que vai dar (principalmente quando dá certo...rs). Mas não há nada, nada na vida como como seguir uma receita direitinho (o que nem sempre é o meu caso, convenhamos) e ter a certeza de que não vai ter erro! Foi o caso dessa, da Bel Coelho, que eu peguei em uma edição antiga da revista Menu, se não me engano. A receita original era risoto de paio com favas verdes e couve, mas tive que resumi-la um pouco pela falta de disponibilidade de alguns ingredientes. O preparo foi relativamente demorado (principalmente para uma quarta-feira). Foram 2 horas ininterruptas na cozinha, com pausa apenas para dar aquele tapa na bagunça deixada pela fase um antes de partir para a fase dois. Mas valeu a pena cada minuto! Comecei fazendo o caldo de frango (a tal da primeira fase). Descasquei e cortei grosseiramente 3 cenouras médias. Cortei 1 cebola grande ao meio e fritei em uma frigideira antiaderente com a parte plana para baixo, até ficar bem tostada. Em uma panela grande, fritei 2 carcaças de peito de frango em um fio de óleo até todos os lados ficarem dourados. Juntei nessa panela 1/2 cebola (brulée, que é nome técnico da cebola preparada da forma mencionada), as cenouras, 1 ramo de tomilho e umas folhinhas de cebolinha e cobri com água. Deixei 40 minutos no fogo baixo. Esse tempo foi suficiente para eu preparar as coisas para a segunda fase. Fatiei 2 paios verticalmente e depois cada um dos pedaços em fatias bem finas, em forma de meia lua; piquei a outra metade da cebola e dois dentes de alho; ralei 80 gramas de queijo parmesão e cortei uma folha de couve em fatias fininhas (ou chiffonade, tecnicamente falando. To toda toda hoje. Isso que dá fazer receita de chef famosa! rs). Separei, ainda, 100 ml. de vinho branco seco e um ramo de tomilho. E fui para a segunda fase. Primeiro, coei o caldo. Depois, em uma caçarola, fritei o paio em um pouco de azeite e reservei. Na mesma panela, refoguei primeiro o alho e depois a cebola em 1 colher de sopa de manteiga sem sal. Acrescentei 2 xícaras de arroz arbóreo e refoguei por 1 minuto, mexendo sempre. Adicionei o vinho e continuei mexendo, até o vinho evaporar. Juntei o paio e 1 concha de caldo de frango e cozinhei por 20 minutos, adicionando o caldo sempre que o arroz secava. Passados os 20 minutos, acrescentei a couve, o parmesão e mais umas 2 colheres de sopa de manteiga. Temperei com um pouco de sal e pimenta branca e cozinhei por mais uns 5 minutos.  Servi imediatamente, bem quentinho, úmido e fofo. Eu e o Julio parecíamos o Rafeiro, cachorro do Pepe Legal, com seus biscoitos caninos!

Obrigada, Senhor!