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terça-feira, 3 de julho de 2018

Ensopado de carne reconfortante infalível!

Para cozinhar esse ensopado, me inspirei na receita do livro "Revolução da Cozinha", do Jamie Oliver, que eu adoro! Ele reúne um monte de receitas simples, com ingredientes bem variados, como ervas e especiarias que, apesar de serem encontradas facilmente em mercados ou empórios, não são muito usados por aqui. E o resultado disso é uma comida com um sabor maravilhoso, indescritível e inesperado, que você nunca achou que fosse capaz de fazer!

Essa preparação é um pouco demorada, mas dá pra resumir usando a panela de pressão.

Então vamos lá?

Em uma caçarola grande, aqueci o azeite e adicionei 3 cenouras, 2 cebolas e 4 tomates picados grosseiramente. Cozinhe durante 10 minutos, mexendo de vez em quando.

Acrescentei 800 gramas de alcatra em cubos e 1 colher de sopa da farinha, misturei bem e juntei uma lata de 473ml de cerveja.

Deixei ferver e depois tampei a panela e deixei cozinhar por quase 1 hora. Se for na panela de pressão, conte 20 minutos na pressão. A carne deve ficar bem macia.

Abri a panela e cozinhei por mais uns 20 minutos no fogo médio, até o caldo ficar bem espesso.

Para acompanhar, fiz um arroz com açafrão. É só acrescentar um colher de sopa da especiaria quando for refogar a cebola e o alho e depois cozinhar o arroz como de costume.

Comida cheirosa e condimentada, capaz de mandar embora a nhaca de qualquer segunda-feira!

Quando você coloca tudo
na panela, fica assim!

E na fase final, assim! 💓

E essa combinação de cores,
é ou não é de dar água na boca?




quinta-feira, 17 de maio de 2018

Comer sem neuras!

Manter uma alimentação saudável durante a semana é um desafio para a maioria das pessoas que seguem uma rotina 9/5, senão para todos nós. 

Quando comemos em casa, é muito mais facil fazermos escolhas melhores e prepararmos nossas refeições de um jeito mais saudável e gostoso. Quando almoçamos "fora" (pra mim almoçar fora é colocar a mesa no quintal, no gramado do sítio, na varanda do apê, enfim...rs), buscamos uma refeição relativamente rápida, relativamente gostosa e barata. Ou seja, de qualidade duvidosa.

Quando procuramos comidas rápidas e baratas,
geralmente, a qualidade não é lá essas coisas... 

Mas também, não vejo problema nenhum 
em um cachorro quente grandão de vez em quando!

Acontece que nos últimos tempos se criou uma visão meio distorcida sobre a tal da alimentação saudável. O que é comer de um jeito saudável? Cortar o carb, o glúten, o açúcar? Investir uma fortuna em alimentos da moda, suplementos e ingredientes exóticos?

Ótimos alimentos! E só!
O que tenho visto é cada vez mais gente se esforçando e sofrendo para comer bem, consumindo ingredientes que mal sabem o que é, de onde vem e pra que servem. Ou pior, comendo pó! Whey no café da make, shake no almoço, no lanche da tarde... Écati! Quando a intenção é substituir um lanche, um pós treino, até vai. Mas uma refeição? Sei não...

Sem falar no tal do jejum intermitente? Isso não vou nem comentar...

Isso é comida, gente?
Na minha vida alimentar, sempre vivi o dilema sobre o que "pode" e o que "não pode" comer, porque cada ano chega uma onda nova pra confundir mais ainda a nossa cabeça e o nosso estômago e a gente fica perdidinho tentando fazer a coisa certa.

No fundo, sempre acreditei na comida normal, da vovó e da mamãe: café com leite + pão, salada de alface, tomate e cebola + arroz + feijão + frango ensopado, cafézinho com bolo no fim de tarde e quem sabe uma massinha à noite. 

A verdade é que preparar - ou apenas escolher e consumir - uma boa refeição não precisa ser tão difícil e sofrido assim! Uma alimentação de qualidade está muito mais perto do que se imagina! 

Vamos pensar na comida que sua mãe preparava para você quando era criança. Em como os seus avós cozinhavam e comiam. Talvez assim, a gente consiga voltar a comer de forma natural e deixar de alimentar uma industria calcada em promessas e modismos. E, finalmente, fazer as pases com a comida!

Esse prato causaria arreperio em qualquer musa fit. 
Mas, fala sério, o que tem de mal em um prato de carne, 
batata e um molho suculento?





sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

Picadinho de filé mignon

Alguém lá pensa em filé mignon quanto se fala em picadinho? Eu, sinceramente, não. Acho o ingrediente nobre demais para esse fim. Mas eu tinha alguns filezinhos em casa e os manjados grelhados e estrogonofe estavam fora de cogitação. Pra falar verdade, queria fazer alguma coisa diferente, para poder contar pra vocês :).

Então peguei essa receita maravilhosa no site Panelinha, da diva Rita Lobo, e segui passo a passo (ou mais ou menos) e o resultado foi esse prato maravilhoso, riquíssimo em termos de sabor e bem bonitão! 

A preparação é relativamente complexa, ao contrário das gororobas que eu costumo fazer aqui. Então, pra você não errar, vou falar primeiro do que você precisará e depois como eu fiz. Coisa nunca vista neste blog: lista de ingredientes (morram!). 

4 xícaras de água fervida, 1/2 quilo de filé mignon cortado em cubos, 1 cebola média picada, 2 dentes de alho laminados, 2 colheres de sopa de farinha de trigo, 50 gramas de bacon em cubinhos, 1/4 de xícara de extrato de tomate (eu fiz com os tomates quase vencidos que estavam na minha geladeira: lavei e cortei em cubos 4 tomates italianos e cozinhei com 1 copo americano de água até desmancharem. Depois, usei o mixer para esmagar tudo. Não precisou nem coar),  suco de 1 limão, salsinha, sal e pimenta do reino. Tendo tudo isso em mãos - melhor separar antes - vamos à receita! 

Coloquei o filé mignon em uma tigela e salpiquei farinha (ajuda a engrossar o molho). Selei a carne, um pouco de cada vez, em uma panela grande com azeite, até todos os lados ficarem dourados. Fui temperando com sal e pimenta do reino a cada leva de filé. Se precisar, adicione mais azeite entre uma leva e outra. Na mesma panela, adicionei 1 xícara de chá de água quente e o suco de limão e raspei o fundo com uma colher de pau. Coloquei esse líquido na tigela da carne (coado). Coloquei a panela de volta no fogo e fritei o bacon em cubos até ficar bem dourado. Acrescentei a cebola e refoguei até ficar transparente e depois adicionei  o alho e fritei até começar a ficar dourado. Acrescentei o extrato de tomate, a carne com o caldo e mais 1 xícara de água quente. Misturei tudo e deixei mais 10 minutos no fogo baixo. Coloquei em um refratário e salpiquei salsinha. Para acompanhar, nada melhor do que um arroz branco. Simplicidade pura!


Filé mignon não tem erro, é verdade.
Mas esse prato é um dos mais gostosos
que já preparei com o ingrediente  até hoje!

quarta-feira, 25 de novembro de 2015

Sanduíche de pernil cozido na malzbier

Típica comidinha de boteco com roupagem diferente, acompanhou a cervejinha brilhantemente durante o jogo do Vasco contra o Corinthians quinta passada (sim, estou atrasada. Antes tarde do que mais tarde). Não precisa fazer com antecedência porque é bem fácil e relativamente rápido de preparar. Cortei em cubos e tirei o excesso de gordura de uma peça de um pouco mais de 1 quilo de pernil já temperado Adicionei um pouco mais de sal, pimenta do reino e o suco de 1 limão. Em uma panela de pressão, fritei 1 cebola grande fatiada até começar a ficar dourada. Juntei a carne, deixe fritar até todos os lados ficarem branquinhos e depois acrescentei 1 pimentão sem sementes cortado longitudinalmente e fatiado e 1 tomate grande cortado em cubos. Deixei no fogo por cerca de 10 minutos, mexendo de vez em quando, adicionei 1 copo de água e 1 lata de Malzbier e tampei a panela. Deixei no fogo por cerca de 40 minutos. Passado esse tempo, a carne já estava bem macia, mas deixei cozinhar mais uns 15 minutos, até o caldo secar um pouco. Desliguei o fogo e desfiei a carne com a ajuda de uma colher. Coloquei no pão francês com salada de alface e acelga cortadas em tiras bem fininhas (chiffonade) e parti para o abraço!

Comidinha de boteco: ideal para dias de jogo!

segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Galinhada

Comida confortável com gostinho de comida da vovó! É tudo o que a gente precisa para um domingo nublado de preguiça! Cai bem naquele dia que você não quer muita mão de obra, mas também não está com tanta pressa. Olha só: lavei com água corrente, sequei e temperei com sal e pimenta do reino cerca de 1/2 quilo de drummet de frango. Dourei todos eles em uma panela grande, um pouco de cada vez, tomando cuidado para que não encostassem uns nos outros (para não soltar água e garantir que ficassem bem douradinhos). Tirei da panela e reservei. Na mesma panela, refoguei 1 cebola picada, na gordura do próprio frango, até começarem a ficar transparentes. Juntei  3 dentes de alho picados e quando começaram a dourar, acrescentei 1 raminho de tomilho, uns 4 talos de cebolinha, 1 colher de chá de páprica doce e 1 de colorau, 1 colher de sopa de cominho, 2 folhas de louro e o suco de 1 limão. Misturei bem e deixei no fogo por cerca de 3 minutos, mexendo sempre. Acrescentei 1 xícara e 1/2 arroz branco e temperei com sal e pimenta do reino. Deixei fritar por alguns minutos e depois acrescentei 3 xícaras de água. Quando a água  começou a ferver, juntei 2 tomates sem semente cortado em cubos e as coxinhas de frango. Misturei bem e deixei no fogo baixo por mais uns 5 minutos. Eu comi assim mesmo e o Julio completou com azeite e pimenta do reino. Difícil foi parar de comer!


Comidinha confortável para um domingo preguiçoso...