segunda-feira, 29 de agosto de 2016

Espaguete ao molho de limão e ricota

Super, hiper, mega rápido e fácil esse molho de limão e ricota que fez companhia para um espaguete basiquinho na noite do último domingo. Depois de um dia de preguiça comendo qualquer coisa, eu precisava de uma comidinha de verdade pra deixar o organismo feliz! Enquanto lavava a louça do churrasco do dia anterior, fui planejando a janta pensando no que tinha dispensa. Essa receita, originalmente, não leva ricota, mas quando vi um pedaço dela abandonado lá no fundo da geladeira, decidi incorporá-la, antes que fosse tarde demais! Comecei cozinhando 1/2 pacote de espaguete em muita água e 1 colher de sopa de sal. Em uma frigideira funda (no fogo baixo), adicionei 1/3 de xícara de azeite, 1 colher de sopa de manteiga e as raspas de 1 limão siciliano grande. Deixei cozinhar por 1 minuto e depois juntei o suco de 1 limão tahiti e 2 caixinhas de creme de leite. Temperei com sal e pimenta do reino branca e deixei ferver por uns 5 minutos, mexendo de vez em quando com um batedor de arame. Quando tudo estava  borbulhando lindamente, misturei 1 xícara e meia de ricota (despedaçada com as mãos e temperada com sal, pimenta do reino e azeite). Deixei no fogo por mais uns 5 minutos, misturei com o macarrão e salpiquei salsinha picada pra dar um toque final! Dá pra dividir com a sua cara metade e ainda sobra um chorinho! Bom demais!

Uma boa massa pra finalizar um domingo preguiçoso!






quinta-feira, 11 de agosto de 2016

Crumble de banana com chocolate meio amargo

Sabe aquelas bananinhas na sua fruteira que já viram dias melhores? Ficarão deliciosas em um crumble de banana que adaptei outro dia do site Panelinha. Juntei 1 xícara de farinha de trigo, 1/2 xícara de aveia em flocos, 1 colher de café de fermento e 100 gramas de manteiga gelada cortada em cubos em uma tigela. Misturei com os dedos, desmanchando os cubos manteiga, até formar uma farofa grossa. Em uma forma antiaderente, juntei 6 bananas maçãs fatiadas grosseiramente, 100 gramas de chocolate meio amargo ralado grosso (pode ser picado) e 200 ml de suco de laranja. Misturei tudo e dispus a farofa em cima, meio que formando uma tampa. Assei por uns 40 minutos em forno alto. Muito fácil e indecentemente gostoso!

Difícil é ficar no primeiro potinho!

sexta-feira, 22 de julho de 2016

Nhoque de mandioquinha com fraldinha ao molho madeira

O que era para ser um simples jantar de quinta-feira se transformou em um evento! Como nhoque é um prato que rende bastante, decidi chamar reforço. Chamei um amigo aqui e outro ali, de última hora mesmo, e logo a mesa estava cheia de gente acompanhando a preparação do prato, jogando conversa fora e bebericando vinho. Que gostoso!!! Geralmente as coisas mais improvisadas são a que dão mais certo! Ontem fiz usei o método do meu marido pra preparar o nhoque e posso dizer? Não tem melhor! É fácil, rápido e não deixa o nhoque com aquele gosto predominante de farinha. Comecei fazendo o molho. Cortei uma peça de fraldinha de cerca de 1,5 quilo em 4 pedaços (dispensando a parte da gordura) e temperei com sal e pimenta do reino. Na panela de pressão, selei os pedaços de carne em um pouco de azeite e reservei. Na mesma panela, adicionei 1 colher de sopa de manteiga sem sal e mexi continuamente, raspando com uma espátula os resíduos de caldo de carne que ficaram na panela. Adicionei 1 cebola picada e 5 dentes de alho laminados. Quando começaram a ficar moreninhos, juntei a carne, 0,5 litros de água e 200 ml de vinho Madeira. Tampei a panela e deixei cozinhar por cerca de 20 minutos. Nesse meio tempo, cozinhei 1,2 quilo de mandioquinha até ficar macia e usei o mixer para fazer um purê. Deixei esfriar e adicionei 1/2 xícara de farinha e 2 gemas. Misturei tudo até formar uma massa homogênea (aconselho usar uma colher nessa fase. Usei as mãos e foi a maior bagunça...). Fui adicionando mais farinha aos poucos até a massa dar liga. Espalhei na mesa uma 1 xícara de farinha e fiz um rolão com as mãos. Cortei em vários pedaços e enrolei cada um desses pedaços, formando rolinhos. Cortei os rolinhos em pedaços pequenos, fazendo os nhoques. O Juju cozinhou os nhoques em bastante água fervente e sal em uma panela grande. Basta colocá-los na água e esperar que subam à superfície. Nhoques prontos, finalizei o molho: abri a panela de pressão e  desfiei a carne com uma colher de pau (já estava super macia). Adicionei mais 0,5 litros de água, mais 250 ml de vinho tinto e pimenta do reino, misturei e deixei cozinhar por uns 10 minutos, com a panela destampada. Coloquei o nhoque em uma forma refratária e cobri com o molho de carne. O público aprovou e a Crispirinha também! Cozinhar para amigos é um prazer como poucos! 

A preparação


O resultado final!

segunda-feira, 27 de junho de 2016

Filé de tilápia com mostarda dijon e crosta de aveia, couve flor refogada e batata doce assada com alecrim

Quando se trata de preparar peixes, minha criatividade deixa a desejar. 

Acho que já comentei aqui que fico apreensiva toda vez que decido enfrentar o cara na cozinha. Então, para não correr o risco de desperdiçar um produto tão nobre e caro nos dias de hoje, geralmente recorro à receitas de cozinheiros renomados, como esta do Jamie Oliver. 

Gosto do Jamie porque suas preparações são simples e despretensiosas, mas sempre tem aquele toque de mestre que as tornam incríveis! 

Os acompanhamentos foram os que tinham na mão: couve-flor (linda e orgânica, do sítio da minha família - amo!) e batata doce. 

Comecei preparando a batata: lavei e cortei em meia lua 2 batatas doces médias e cozinhei em água fervente por 5 minutos. 

Sequei bem, dispus em uma forma anti-aderente, temperei com sal grosso, azeite e alecrim e levei ao forno alto.  Enquanto assavam (leva uns 15 minutos), preparei o peixe. 

Temperei 2 filés de tilápia (pode ser de qualquer peixe) com sal e pimenta do reino. Pincelei mostarda dijón em ambos os lados e empanei com aveia em flocos. Assei no forno alto até a crosta de aveia começar a ficar dourada. 

Por último, refoguei em uma panela média 1/2 cebola e 1 dente de alho em um fio de azeite, coloquei 1 couve flor lavada e cortada, temperei com sal e ervas finas cozinhei por cerca de 5 minutos com a panela tampada.

E assim saiu nosso jantar de cara renovada, com direito a vinho rosé e tudo! Nada mal pra terminar o dia e se entregar ao merecido descanso!

Uma boa comida e o
descanso merecido!

sexta-feira, 24 de junho de 2016

Omelete de claras com peito de peru + abobrinha salteada

Quando o almoço atrasa, a tendência é a gente abocanhar  o primeiro lanche mega gorduroso que vê na frente. Hoje consegui me safar, preparando rapidamente uma omelete de claras com creme de peito de peru e abobrinha à julienne salteada, que se juntaram ao arroz integral que já estava pronto (sempre preparo e congelo algumas porções e vou consumindo ao longo da semana). A preparação é muito rápida e fácil e usa ingredientes que a gente costuma ter na geladeira: peito de peru + cream cheese light + ovo + abobrinha. Primeiro preparei o creme de peito de peru: em uma tigela, juntei 2 colheres de sopa de peito de peru ralado (pode ser picado), 1 colher de sopa de cream cheese light, 1 punhado de ervas finas secas e um pouco de leite desnatado. Misturei com um batedor de arame até ficar com a consistência de um patê. Bati 2 claras de ovo, misturei com a pasta e temperei com sal e pimenta do reino. Aqueci uma frigideira, adicionei 1/2 colher de chá de manteira sem sal e despejei a omelete. A técnica para cozinhar é sempre a mesma: quando a parte de baixo começar a ficar firme, empurre as bordas com delicadeza para o meio com uma espátula, deixando a parte crua entrar em contato com a frigideira. Quando essa parte começar a cozinhar, use a espátula para virar a omelete continuamente, formando um rolinho, até chegar ao ponto desejado (ainda vou fazer um vídeo disso...rs). Leva entre 5 e 7 minutos. Você também pode usar a técnica - que eu não domino, aliás - de virar  a omelete no prato. Nesse caso, boa sorte! Continuando, a abobrinha. Fatiei 1/3 de uma abobrinha média, empilhei as fatias e cortei em tirinhas finas, tipo julienne. Aqueci uma frigideira pequena, adicionei 1 fio de azeite e coloquei as tiras de abobrinha. Temperei com sal e pimenta do reino e cozinhei por cerca de 3  minutos, mexendo sempre. Aqueci o arroz por 1 minuto no microondas e pronto! Em menos de 15 minutos preparei uma refeição completa e saudável para o almoço de hoje (já prevendo a jacada do fim de semana). Não almoça em casa, como eu? Não tem problema, dá pra preparar rapidinho de manhã ou na noite anterior e levar de marmita! Sem preguiça que vale a pena!

Poucos minutos na cozinha compensam
ou não uma refeição fresquinha?

terça-feira, 21 de junho de 2016

Berinjela à parmegiana

Amo berinjela de qualquer jeito, mas evito fazer empanada por conta do rastro de óleo que deixa na cozinha e por questões de saúde - confesso que sinto um enorme peso na consciência por comer qualquer coisa encharcada de óleo. Por mais sequinho que seja, a gente sabe que a gordura está lá. De qualquer forma, num passado não muito distante, decidi encarar o cenário e fazer berinjela à parmigiana porque estava com muita vontade de comer. Posso falar? As calorias a mais valeram a pena! Até o meu marido que não é muito fã do vegetal aprovou e mandou ver. A preparação é bem rápida e fácil. Não requer prática, tão pouco habilidade. Basta ter coragem de encarar a gordice e o fogão cheio de óleo depois...rs Lavei, tirei o cabo e fatiei 2 berinjelas grandes no sentido do comprimento. Empanei com farinha de trigo, ovo batido e farinha de rosca, nesta ordem. Fritei em óleo bem quente dos dois lados (não economize óleo, a berinjela precisa ficar totalmente imersa), até ficarem bem dourados. Em uma forma tipo Marinex pequena, espalhei 1 concha cheia de molho de tomate fresco, coloquei em cima 3 fatias berinjela, uma do lado da outra, e cobri com 4 fatias de muçarela. Depois, fiz tudo de novo, como se fosse uma lasanha. Finalizei com bastante queijo parmesão ralado e levei ao forno por cerca de 30 minutos, até a superfície ficar gratinada. Ficou linda, brilhante e deliciosa! Daqueles pratos que a gente come devagarzinho, pra não acabar...

Miam, miam, de dar água na boca!

segunda-feira, 30 de maio de 2016

Panquecas americanas com banana e xarope de bordo

Quem não ama aquelas panquecas de filme americano? A única diferença entre a nossa e a deles é a adição de fermento, que as deixam com aquela aparência fofinha irresistível! Sábado de manhã me deu um vontade incontrolável de comer doce e como isso é algo raríssimo, não pensei duas vezes em correr para a cozinha e dar cabo das bananas que já estavam fazendo hora extra na minha fruteira. Essa receita não só cai bem no café da manhã, mas também como uma sobremesa de última hora. Preparação fácil e rápida, do jeito que a gente gosta! Misture em uma tigela média 1 ovo, 1 xícara de farinha de trigo, 1 xícara de leite e 1 colher de sopa de fermento em pó. Bata tudo com um garfo ou batedor de arame até formar um creme homogêneo, sem pelotas. Acrescente 1 colher de sobremesa de manteiga em uma frigideira pequena, espere derreter e coloque 1 concha pequena da mistura, girando a frigideira para formar a panqueca. Quando começar a formar bolhinhas na superfície da massa, vire. Deixe no fogo até a parte de baixo ficar dourada. Faça isso até a massa acabar, colocando um pouco mais de manteiga quando necessário. Vai dar umas 8 panquecas Reserve-as. Corte 6 bananas maça maduras longitudinalmente, coloque as fatias em um frigideira média bem quente e acrescente 1/2 copo de água. Tampe e deixe cozinhar durante uns 3 minutos, até as bananas ficarem bem macias. Abra a panela e deixe cozinhar em fogo baixo até o líquido reduzir pela metade. Em um prato grande, faça várias camadas de panqueca, banana e canela (fiz 4, para não correr o risco de desmoronar). Finalize com o xarope e seja feliz! Delícia!!!

Quem não ama panquecas fofinhas?