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quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Hambúrguer de atum com chips de batata doce e lâminas de abobrinha

Sabe quando bate aquela vontade mortal de comer um X-salada enorme e batata frita (olha a TPM chegando...)? Isso aconteceu comigo ontem e eu só resisti porque lembrei de uma receita de hambúrguer de atum maravilhosa do chef Emeril Green. Foi ela que fez a felicidade da minha noite, junto com outra de chips de batata doce e a minha própria de lâminas de abobrinha grelhada. Olha só como foi fácil: tirei a pele e cortei cerca de 1/2 quilo de filé de atum em cubos bem pequenos. Juntei 1 colher de mostarda Dijon, 1 punhado de cebolinha picada, 1 colher de gengibre picado, 1 colher de chá de molho de soja, sal e pimenta do reino. Misturei tudo com as mãos até todos os ingredientes se incorporarem e a mistura obter a textura de um hambúrguer de carne. Dividi essa "massa" em várias bolinhas e moldei em forma de mini hambúrgueres, com a ajuda de um cortador de massa. Reservei. Descasquei 1/2 batata doce grande e cortei em fatias bem finas. Forrei um prato grande com duas folhas de papel toalha, dispus as fatias de batata em cima das folhas e levei ao micro-ondas, em potência alta, por 3 minutos. Virei e deixei mais uns 2 minutos. Dividi 1/4 de abobrinha  (a gigante, usada no fusilli da semana passada) ao meio, cortei em lâminas finas e fritei em uma bistequeira com um fio de azeite, dos dois lados, até ficarem douradas. Adicionei um pouco mais de azeite no meio do caminho. Por fim, fritei os hambúrgueres en um pouco de azeite (use a gordura de sua preferência) na mesma bistequeira. Dá pra colocar tudo dentro de qualquer pão (eu usei o integral de linhaça) e fazer um sanduba ou montar um prato arrumadinho! Ficou fenomenal das duas formas!

Combinação perfeita para um sandubão...

ou um prato montadinho!

Prazer, abobrinha gigante! 

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Bacalhoada

Dia desses fiz uma bacalhoada para receber nossos queridíssimos padrinhos de casamento Paula e André. Minha receita fugiu um pouco da tradicional portuguesa, pois não inclui batata e nem azeitonas, pois queria um prato mais leve, que fizesse as vezes de aperitivo. Também ficou bem econômico, já que usei lascas de bacalhau em vez do lombo. E, pra melhorar, foi muito fácil de fazer. Maravilha!!! Primeiro, dessalguei cerca de 1 kg de lascas de bacalhau. Deixei de molho na água no dia anterior inteiro, trocando quatro vezes a água. Depois, cortei em fatias médias 1 cebola, 1 pimentão amarelo, 1 pimentão vermelho e 1 pimentão verde e em lâminas 2 dentes de alho. Misturei tudo em uma forma de vidro grande e temperei com sal, azeite e pimenta do reino. Levei ao forno por cerca de 40 minutos (ou até o bacalhau ficar dourado). Uns optaram por comer com arroz e outros com pão italiano. Para acompanhar, vinho verde, claro! Não precisa falar que todo mundo se acabou!

Deu água na boca...


terça-feira, 15 de julho de 2014

Risoto de frango e alho poró com legumes ao forno

Hoje a dispensa estava fantasmagórica e resgatar os remanescentes para a janta foi uma luta. Simplesmente tirei o tudo que tinha na geladeira (que não era muita coisa) e, aos poucos, as ideias foram surgindo. Como tinha ingredientes bacanas - arroz cozido, cenoura (resgatados da casa da mamãe, que foi viajar) vagem e alho poró do sítio, 2 carcaças de peito de frango, tomate e restinhos de queijo gruyére e gorgonzola - deu pra improvisar uma comidinha caprichada. Para começar, cozinhei as carcaças de frango na pressão por cerca de 10 minutos e soltei a carne que ainda tinha nelas. Depois, cozinhei as vagens inteiras e a cenoura cortada em bastonetes em água fervente por 5 minutos (separadamente) e depois mergulhei em água gelada para interromper o cozimento. Esse processo se chama branqueamento. Coloquei as vagens, a cenoura e 2 tomates cortados em 4 em uma forma pequena, temperei com sal, ervas de provence secas e azeite e coloquei no forno médio, onde ficaram durante uns 15 minutos. Para o risoto (falsificado, pois usei arroz branco e não arbóreo, já cozido), salteei o alho poró em um pouco de azeite, acrescentei o frango e salpiquei um pouco de sal. Juntei o arroz e duas conchas de caldo de frango - que sobrou do cozimento das carcaças - uma de cada vez, mexendo sempre até o caldo reduzir. Depois, acrescentei mais 1 xícara de vinho branco e fiz a mesma coisa. Abaixei o fogo e coloquei cerca de 1/3 de xícara de gorgonzola amassado com garfo e o 1/2 xícara de gruyére ralado. Misturei bem e deixei no fogo até os queijos derreterem (adivinha? mexendo sempre, claro). Resultado: jantar novinho em folha, sem gastar um tostão!  

Nada mal para um improviso, né?




sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Molho de vegetais

Queria um molho leve para a massinha nossa de cada dia e acabei inventando esse molho super hiper versátil e saboroso. Só não ficou tão leve porque eu inventei de colocar a linguiça toscana do churrasco do fim de semana, mas dá pra viver sem. Cozinhei rapidamente a vagem em água e sal (5 minutos) e reservei. Em uma frigideira grande, fritei uma linguiça toscana em pedaços na própria gordura e depois juntei meia cebola e um dente de alho fatiados. Depois de uns 5 minutos, adicionei cerca de 1/4 de abobrinha pescoço picada e deixei cozinhar até ficar macia, mexendo de vez em quando. Quando isso aconteceu, acrescentei a vagem cozida e um tomate picado grosseiramente. Tampei a panela e cozinhei esse refogado até o tomate desmanchar. Eu usei como molho para o meu farfalle, mas pode ser usado como acompanhamento de carnes (sem a linguiça), recheio de tortas, entrada - em pequenos bowls - ou até como aperitivo, com pãozinho. Use a sua criatividade!

Rápido, fácil e pau pra toda obra!

Meu farfalle

terça-feira, 22 de outubro de 2013

Acompanhamentos para churrasco

Final de semana pra gente é sinônimo de churrasco. Na verdade, tudo lá em casa é motivo pra churrasco. Até motivo nenhum é motivo pra churrasco: "não tâmo fazendo nada mesmo, vâmo fazer um churrasquinho?". Então, nada mais comum que as invencionices na cozinha se estendam para a churrasqueira. Muita gente pode achar que não dá para inventar muito em termos de churrasco. O pacote básico costuma ser picanha (ou outra carne vermelha de primeira), linguiça, asinha de frango com salada verde, vinagrete, maionese e farofa. Às vezes a carne de porco também dá o ar da graça. E precisa de mais alguma coisa para um bom churrasco? Precisar não precisa, mas que mal faz uma frescurinha de vez em quando? Eu e o Julio gostamos muito de legumes grelhados. Geralmente grelhamos berinjela,  abobrinha e pimentão e cozinhamos a cebola embrulhada no papel alumínio no meio do carvão. Já fizemos até tomate recheado, batata, vagem e pacotinhos de alho temperado com azeite e alecrim. A verdade é que na grelha não tem como dar errado. Na maioria das vezes, basta pincelar azeite e salpicar sal ou fondor nos legumes e levá-lo ao fogo. No caso do tomate, a gente  corta uma tampinha, tira sementes e faz tipo um copinho. Dá pra rechear do que quiser, eu geralmente faço com ricota. A batata e a vagem devem ser pré-cozidas em água fervente por cinco minutos (a batata um pouco mais). Depois é só colocar na grelha e dourar todos os lados. Fica inacreditavelmente bom! Dá uma olhadinha nas nossos fotos e fala se não dá água na boca? 


Tomate recheado com ricota e manjericão,
 pimentão amarelo à esquerda e abobrinha à direita.
Cebola embrulhada no papel alumínio, assada diretamente no carvão
Tomate com sal grosso e alecrim

Vagem, abobrinha e batata bolinha grelhadas



P.S: Essas são meras sugestões de acompanhamento e, de forma alguma, substituem a nossa tão amada carne (do que quer que seja)! A não ser que você seja vegetariano, claro!










segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Contra filé ao forno

Comprei uma peça de contra filé tão macia que parecia até picanha. A peça de quase 4 quilos não tinha um só bifinho duro. Fizemos na grelha, na frigideira e no forno e de todos os jeitos ela ficou incrivelmente macia e suculenta, mesmo depois de ter sido descongelada. Os últimos pedaços remanescentes foram feitos no forno, da seguinte forma. Temperei dois bifes grossos com sal e pimenta do reino e fritei de ambos os lados em uma frigideira com um pouco de azeite até a carne escurecer (já comentei no blog que esse processo se chama selagem). Coloquei a carne, algumas batatas bolinha e vagens - previamente cozidas por 5 minutos em água fervente - em um refratário. Salpiquei um pouco de sal e reguei com azeite os vegetais e levei ao forno por cerca de meia hora (o tempo vai depender de como você gosta da carne). O resultado foi um prato leve, bonito e saboroso. Ótimo para compensar o arregaço do fim de semana!

Contra filé ao forno com vegetais