quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Pizzaaaaaa

Eu nunca tive intimidade com massas. Até fiz uma pizza ou outra e uma tortinha de liquidificador por aí, mas sem nenhum entusiasmo. Eis que um dia acordei determinada a me aventurar por esses novos horizontes e, literalmente, por a mão na massa. Eis que tudo começou ontem, com uma bela pizza! Usei uma receita do livro da Dona Benta e fiquei realmente surpresa (e feliz!) com o resultado. Misturei em um recipiente 2 xícaras de farinha de trigo, 1 colher de sopa de açúcar, 1 colher de chá de sal, 1 colher de sopa de fermento em pó, 2 colheres de sopa de azeite (pode ser óleo), 2 colheres de sopa de cachaça (tá aí o segredo!) e 2 xícaras de água, nessa ordem. Comecei misturando tudo com uma colher de pau e quando a massa começou a dar liga, usei as mãos. Adicionei mais cerca de meia xícara de farinha e continuei misturando até a massa ficar homogênea e não grudar mais nas mãos. Sovei um pouco e deixei descansar por 10 minutos. Nesse meio tempo, preparei os recheios e separei os ingredientes: mussarela, presunto, ovo, atum fresco e claro, molho de tomate, tomate e orégano. Como usei os frios fatiados, o único recheio que exigiu preparação foi o atum. Temperei um pedaço de cerca de 200 gramas de atum fresco com sal e pimenta do reino e fritei em uma frigideira com azeite, dos dois lados, começando pelo lado com pele, até ficar claro. Depois foi só despedaçar com as mãos e reservar para a posteridade (nunca mais compro atum enlatado na minha vida). Passados os dez minutos de descanso, abri a massa com um rolo, colocando um pouco de farinha na superfície da pia e no rolo e esticando a massa devagar, sem colocar muita força. Quando a massa começava a grudar no rolo, eu a virava, de modo a deixar a parte farinhada para cima, e continuava o processo. Fiz isso até criar um círculo (meio deformado, é verdade) do tamanho da forma de pizza (a minha tem uns 30 cm de diâmetro). Abri dois discos e os levei ao forno para pré assar por dez minutos. Depois disso ela já fica linda e prontinha para ser recheada! Espalhei um pouco de molho de tomate nas duas pizzas. Uma eu cobri inteira com mussarela, e coloquei algumas fatias de tomate em cima. A outra, fiz meia portuguesa - cobri meia superfície com presunto, espalhei um ovo cozido picado e um pouco de cebola fatiada e cobri com bastante mussarela; e meia atum - cobri a outra metade com bastante atum e espalhei um pouco de cebola em cima. Finalizei tudo com orégano e coloquei no forno, onde ficaram cerca de 10 minutos. O resultado foi esse aí! Olha que bonitas, gente! Maior orgulho!

Bonita e gostosa! Ui...rs 

Como a primeira não deu pro cheiro (e nem 
pra foto), essa é a terceira, feita especialmente
 para o Juju, que chegou mais tarde do trabalho

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Picanha acebolada na cerveja e arroz com brócolis

Não é porque o dia está corrido que a gente tem que abrir mão de uma refeição caprichada. E capricho não tem nada a ver com muito trabalho. Fiz essa comidinha sexta-feira entre um compromisso e outro e ficou uma delícia! Olha só que rápido e fácil! Em um recipiente, temperei dois bifes de picanha com sal, pimenta do reino e um copo de cerveja e reservei. Refoguei uma xícara de arroz em alho e cebola, acrescentei uma xícara de brócolis picado (passe a faca delicadamente nas flores do brócolis, formando micro pedaços, quase farelos e dispense o cabo) e deixei cozinhar como de costume. Quando o arroz ficou pronto, fritei os bifes de picanha em uma bistequeira, sem nenhuma gordura, durante cerca de 5 minutos de cada lado. Retirei os bifes e fritei a cebola fatiada, temperada com sal e sálvia, na mesma panela. Acrescentei o caldo de cerveja que sobrou do tempero da carne e deixei cozinhar mais uns 5 minutos. Cobri os bifes com a cebola e servi com o arroz com brócolis e a mandioquinha que sobrou da outra refeição. Tudo de bom!
Estréia bem sucedida da bistequeira que 
ganhamos da Mari! Obrigada querida!
Almoço relâmpago de sexta

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Costela com mandioquinha

Depois de três longos meses sem conseguir publicar nada, resolvi adotar uma nova estratégia para conseguir manter o blog atualizado: publicar logo depois de fazer (e comer) o prato. Isso exige certa coragem, já que geralmente bate aquela tristeza pós refeição e a vontade de sentar no sofá e tomar um (ou mais um) drink. Mas como é a única forma de fazer a coisa funcionar - devo ter pelo menos umas 5 receitas de respeito que não foram e nem serão publicadas simplesmente porque não lembro mais como cheguei no resultado final - vale a pena o "sacrifício"....rs Então, cá estou, devidamente abastecida daquele drink e com a memória fresquinha para contar para vocês o que saiu da minha cozinha hoje!!! O prato foi resultado da feliz juntada do que sobrou do churrasco de domingo - mandioquinha e costela de porco. Tirei toda a carne do osso da costela, cortei em pedaços grosseiros e reservei. Refoguei em um pouco de óleo uma cebola fatiada e três dentes de alho cortados ao meio até ficarem dourados e depois acrescentei a costela. Deixei cozinhar durante cerca de cinco minutos e acrescentei a mandioca. Misturei tudo, acrescentei meio copo de água e cozinhei por mais 5 minutos, mexendo de vez em quando para não grudar. Para dar o toque final, inclui cerca de uma xícara de queijo provolone ralado e deixei no fogo até o queijo derreter. Preferi servir como um aperitivo, porque a gente estava tomando cerveja, mas acho que com uma saladinha também cairia super bem!

 Ótima opção de entrada ou aperitivo!

segunda-feira, 29 de abril de 2013

Mini rigatoni ao camembert assado

Meus xodós da cozinha tem sido os livros Revolução na Cozinha, de Jamie Oliver, e Que Marravilha!, de Claude Troisgros -esse último ganhei da minha prima (obrigada Re!). Eu quase nunca sigo receita nenhuma à risca, mas eles são uma ótima fonte de inspiração. Só que a receita desse rigatoni é tão simples que nem teve o que mexer. Foi um dos pratos mais rápidos e gostosos que já saíram da minha cozinha. Olha só: coloquei um camembert médio em um pedaço de papel alumínio, tirei a superfície branca da parte de cima e adicionei alecrim, azeite, sal e pimenta do reino na parte do queijo que ficou aberta. Coloquei o papel alumínio (aberto) com o queijo em uma forma e dentro do forno. Cozinhei a massa em água fervente e sal e depois que ficou pronta eu escorri, juntei um maço de espinafre já cozido e reservei. Depois de cerca de 20 minutos, retirei o camembert do forno e despejei o queijo, que fica todo derretido por dentro, no macarrão com espinafre. Para finalizar, só misturei tudo até o molho se incorporar bem na massa e salpiquei um pouco de queijo ralado em cima. Fala sério, gente? Não requer prática, nem  tampouco habilidade!  


Meu cartão de memória do celular
 foi pro saco, assim como as fotos do prato :(

quarta-feira, 24 de abril de 2013

A saga culinária

Cozinhar é sempre um processo meio caótico. Escolher o menu, comprar os ingredientes e carregar tudo para cima, separar os ingredientes e recipientes que serão usados na receita, picar cebola, alho, ervas e o que mais tiver pra picar. Refogar isso, misturar aquilo, reservar o que foi misturado, juntar onde quer que seja. Desligar a panela e deixar tudo apresentável para servir. Depois, só nos resta aproveitar a refeição, certo? Errado. Tirar a mesa, guardar a comida que sobrou na geladeira (em recipientes adequados) guardar todos os ingredientes usados na preparação do prato (nem sempre dá para fazer isso em tempo real), e lavar a louça...

Final alternativo: fechar a porta 
da cozinha e ir dormir feliz!


domingo, 24 de março de 2013

Moqueca de cação

Em algum dia no início de março, resolvi fazer jus às postas de cação que estavam no meu congelador com uma bela moqueca. Nesse dia, percebi que não sou muito fã de cação e talvez por isso não tenha ficado muito satisfeita com o resultado final. Eu tentei de todos os jeitos acrescentar ingredientes de sabor mais acentuado para deixar o prato menos insosso, sem sucesso. Não ficou ruim. Mas também não ficou de lamber os beiços. Mas como todos os pratos saídos da minha cozinha são tratados com o mesmo respeito, não o privei de ter um espaço nesse humilde blog. Então vamos lá! Cortei grosseiramente uma cebola, meio pimentão amarelo, meio pimentão vermelho, um tomate e quatro dentes de alho. Refoguei tudo no azeite e depois acrescentei o cação e os tomates. Deixei cozinhar por cerca de 5 minutos, misturei coentro picado, um pouco de páprica picante e pimenta calabresa, misturando bem. Por último,  acrescentei leite de coco e um pouco de molho de tomate, só para dar cor. Tampei a panela e deixei cozinhar por mais 10 minutos. Não usei azeite de dendê porque não tinha. Será que essa foi a gafe da receita?

Pseudo moqueca de cação sem azeite 
de dendê. Sério isso, bicho?

Ceviche

No mesmo dia do Jambalaia rolou um ceviche de peixe branco de entrada, que caiu super bem com a cervejinha gelada! Eu usei filé de Saint Peter, que eu não acho que foi o peixe ideal devido à sua consistência muito macia. De qualquer forma, o gosto ficou ótimo! O modo de preparo foi super simples: cortei 4 filés de Saint Peter, meio pimentão vermelho e uma cebola roxa em cubinhos, juntei tudo e temperei com sal, pimenta do reino, salsinha e uns 5 limões. Deixei na geladeira por cerca de 10 minutos e servi com endívias. Olha que coisa boa!

Ceviche de Saint Peter com endívias