terça-feira, 6 de setembro de 2016

Risoto de camarão

Camarão é bom demais! Frito, no espeto, na massa, no coquetel, na torta, no risoto, o ingrediente é tão versátil quanto caro. Por isso, tem aparecido cada vez menos na nossa mesa. E quando aparece, tem que ser discretamente porque, além de tudo, o cara não rende! Deu que ele fez participação especial num risoto bacanudo no jantar de ontem, que improvisei com arroz comum e o resto de um recheio para torta que estava congelado há algumas semanas. Refoguei o arroz como de costume com um fio de azeite, 1/2 cebola e 4 dentes de alho picados. Quando começaram a ficar dourados, adicionei 1 1/2 xícara de arroz e um pouco de sal e deixei fritar por uns 5 minutos, mexendo sempre. Depois disso, preparei como se fosse um arroz arbóreo, mas usando água mesmo, em vez de caldo de qualquer coisa. Em uma tigela, misturei 3 ovos, 2 xícaras de creme de leite fresco, 1 xícara de ricota, 1 xícara de mussarela ralada e 300 gramas de camarão já limpos, temperados e salteados no azeite. Misturei com um batedor de arame e temperei com pimenta do reino, noz moscada e bem pouco sal. Quando o arroz ficou quase cozido (al dente), adicionei esse creme de camarão de misturei bem. Deixei cozinhar mais uns 10 minutos em fogo baixo, mexendo sempre. Desliguei o fogo, finalizei com 1 colher de sopa rasa de manteiga sem sal e misturei até a manteiga derreter. Dispensa comentários!

Risoto de camarão: não tem como não gostar

Medalhão de filé mignon com purê de batata e vagem refogada

Durante a semana, sempre que dá almoço na casa da minha mãe e quem costuma cozinhar (maravilhosamente bem, aliás) é o meu padastro Peter. Em plena segundona tivemos o inenarrável prazer de comer essa comidinha com cara de final de semana que ele preparou para nós (eu e a minha mãe). A preparação foi rápida e fácil, como exigem os almoços durante a semana. O Peter começou cozinhando 1/2 quilo de batata em água e sal na pressão por 15 minutos. Nesse meio tempo, refogou os dentes de 1 cabeça de alho em cerca de 2 colheres de óleo de soja. Quando começaram a ficar macios, juntou 1/2 quilo de vagem orgânica (lavadas e inteiras), 300 ml de água, tempero pronto Fondor, ervas finas e 1 tablete de caldo de legumes. Tampou a panela e deixou cozinhar até ficarem macias. Hora de finalizar o purê: em uma panela média, juntou a batata amassada, 1 lata de creme de leite e 2 colheres de sopa de manteiga e misturou bem, até formar um creme lindo e brilhante! Por último, fritou 3 medalhões de filé mignon generosos em 2 colheres de manteiga por uns 4 minutos cada lado. O resultado foi esse prato lindo aí embaixo, que deixou todo mundo feliz, pronto para encarar o segundo round (ou não)!

Felicidade pura!



segunda-feira, 29 de agosto de 2016

Espaguete ao molho de limão e ricota

Super, hiper, mega rápido e fácil esse molho de limão e ricota que fez companhia para um espaguete basiquinho na noite do último domingo. Depois de um dia de preguiça comendo qualquer coisa, eu precisava de uma comidinha de verdade pra deixar o organismo feliz! Enquanto lavava a louça do churrasco do dia anterior, fui planejando a janta pensando no que tinha dispensa. Essa receita, originalmente, não leva ricota, mas quando vi um pedaço dela abandonado lá no fundo da geladeira, decidi incorporá-la, antes que fosse tarde demais! Comecei cozinhando 1/2 pacote de espaguete em muita água e 1 colher de sopa de sal. Em uma frigideira funda (no fogo baixo), adicionei 1/3 de xícara de azeite, 1 colher de sopa de manteiga e as raspas de 1 limão siciliano grande. Deixei cozinhar por 1 minuto e depois juntei o suco de 1 limão tahiti e 2 caixinhas de creme de leite. Temperei com sal e pimenta do reino branca e deixei ferver por uns 5 minutos, mexendo de vez em quando com um batedor de arame. Quando tudo estava  borbulhando lindamente, misturei 1 xícara e meia de ricota (despedaçada com as mãos e temperada com sal, pimenta do reino e azeite). Deixei no fogo por mais uns 5 minutos, misturei com o macarrão e salpiquei salsinha picada pra dar um toque final! Dá pra dividir com a sua cara metade e ainda sobra um chorinho! Bom demais!

Uma boa massa pra finalizar um domingo preguiçoso!






quinta-feira, 11 de agosto de 2016

Crumble de banana com chocolate meio amargo

Sabe aquelas bananinhas na sua fruteira que já viram dias melhores? Ficarão deliciosas em um crumble de banana que adaptei outro dia do site Panelinha. Juntei 1 xícara de farinha de trigo, 1/2 xícara de aveia em flocos, 1 colher de café de fermento e 100 gramas de manteiga gelada cortada em cubos em uma tigela. Misturei com os dedos, desmanchando os cubos manteiga, até formar uma farofa grossa. Em uma forma antiaderente, juntei 6 bananas maçãs fatiadas grosseiramente, 100 gramas de chocolate meio amargo ralado grosso (pode ser picado) e 200 ml de suco de laranja. Misturei tudo e dispus a farofa em cima, meio que formando uma tampa. Assei por uns 40 minutos em forno alto. Muito fácil e indecentemente gostoso!

Difícil é ficar no primeiro potinho!

sexta-feira, 22 de julho de 2016

Nhoque de mandioquinha com fraldinha ao molho madeira

O que era para ser um simples jantar de quinta-feira se transformou em um evento! Como nhoque é um prato que rende bastante, decidi chamar reforço. Chamei um amigo aqui e outro ali, de última hora mesmo, e logo a mesa estava cheia de gente acompanhando a preparação do prato, jogando conversa fora e bebericando vinho. Que gostoso!!! Geralmente as coisas mais improvisadas são a que dão mais certo! Ontem fiz usei o método do meu marido pra preparar o nhoque e posso dizer? Não tem melhor! É fácil, rápido e não deixa o nhoque com aquele gosto predominante de farinha. Comecei fazendo o molho. Cortei uma peça de fraldinha de cerca de 1,5 quilo em 4 pedaços (dispensando a parte da gordura) e temperei com sal e pimenta do reino. Na panela de pressão, selei os pedaços de carne em um pouco de azeite e reservei. Na mesma panela, adicionei 1 colher de sopa de manteiga sem sal e mexi continuamente, raspando com uma espátula os resíduos de caldo de carne que ficaram na panela. Adicionei 1 cebola picada e 5 dentes de alho laminados. Quando começaram a ficar moreninhos, juntei a carne, 0,5 litros de água e 200 ml de vinho Madeira. Tampei a panela e deixei cozinhar por cerca de 20 minutos. Nesse meio tempo, cozinhei 1,2 quilo de mandioquinha até ficar macia e usei o mixer para fazer um purê. Deixei esfriar e adicionei 1/2 xícara de farinha e 2 gemas. Misturei tudo até formar uma massa homogênea (aconselho usar uma colher nessa fase. Usei as mãos e foi a maior bagunça...). Fui adicionando mais farinha aos poucos até a massa dar liga. Espalhei na mesa uma 1 xícara de farinha e fiz um rolão com as mãos. Cortei em vários pedaços e enrolei cada um desses pedaços, formando rolinhos. Cortei os rolinhos em pedaços pequenos, fazendo os nhoques. O Juju cozinhou os nhoques em bastante água fervente e sal em uma panela grande. Basta colocá-los na água e esperar que subam à superfície. Nhoques prontos, finalizei o molho: abri a panela de pressão e  desfiei a carne com uma colher de pau (já estava super macia). Adicionei mais 0,5 litros de água, mais 250 ml de vinho tinto e pimenta do reino, misturei e deixei cozinhar por uns 10 minutos, com a panela destampada. Coloquei o nhoque em uma forma refratária e cobri com o molho de carne. O público aprovou e a Crispirinha também! Cozinhar para amigos é um prazer como poucos! 

A preparação


O resultado final!

segunda-feira, 27 de junho de 2016

Filé de tilápia com mostarda dijon e crosta de aveia, couve flor refogada e batata doce assada com alecrim

Quando se trata de preparar peixes, minha criatividade deixa a desejar. 

Acho que já comentei aqui que fico apreensiva toda vez que decido enfrentar o cara na cozinha. Então, para não correr o risco de desperdiçar um produto tão nobre e caro nos dias de hoje, geralmente recorro à receitas de cozinheiros renomados, como esta do Jamie Oliver. 

Gosto do Jamie porque suas preparações são simples e despretensiosas, mas sempre tem aquele toque de mestre que as tornam incríveis! 

Os acompanhamentos foram os que tinham na mão: couve-flor (linda e orgânica, do sítio da minha família - amo!) e batata doce. 

Comecei preparando a batata: lavei e cortei em meia lua 2 batatas doces médias e cozinhei em água fervente por 5 minutos. 

Sequei bem, dispus em uma forma anti-aderente, temperei com sal grosso, azeite e alecrim e levei ao forno alto.  Enquanto assavam (leva uns 15 minutos), preparei o peixe. 

Temperei 2 filés de tilápia (pode ser de qualquer peixe) com sal e pimenta do reino. Pincelei mostarda dijón em ambos os lados e empanei com aveia em flocos. Assei no forno alto até a crosta de aveia começar a ficar dourada. 

Por último, refoguei em uma panela média 1/2 cebola e 1 dente de alho em um fio de azeite, coloquei 1 couve flor lavada e cortada, temperei com sal e ervas finas cozinhei por cerca de 5 minutos com a panela tampada.

E assim saiu nosso jantar de cara renovada, com direito a vinho rosé e tudo! Nada mal pra terminar o dia e se entregar ao merecido descanso!

Uma boa comida e o
descanso merecido!

sexta-feira, 24 de junho de 2016

Omelete de claras com peito de peru + abobrinha salteada

Quando o almoço atrasa, a tendência é a gente abocanhar  o primeiro lanche mega gorduroso que vê na frente. Hoje consegui me safar, preparando rapidamente uma omelete de claras com creme de peito de peru e abobrinha à julienne salteada, que se juntaram ao arroz integral que já estava pronto (sempre preparo e congelo algumas porções e vou consumindo ao longo da semana). A preparação é muito rápida e fácil e usa ingredientes que a gente costuma ter na geladeira: peito de peru + cream cheese light + ovo + abobrinha. Primeiro preparei o creme de peito de peru: em uma tigela, juntei 2 colheres de sopa de peito de peru ralado (pode ser picado), 1 colher de sopa de cream cheese light, 1 punhado de ervas finas secas e um pouco de leite desnatado. Misturei com um batedor de arame até ficar com a consistência de um patê. Bati 2 claras de ovo, misturei com a pasta e temperei com sal e pimenta do reino. Aqueci uma frigideira, adicionei 1/2 colher de chá de manteira sem sal e despejei a omelete. A técnica para cozinhar é sempre a mesma: quando a parte de baixo começar a ficar firme, empurre as bordas com delicadeza para o meio com uma espátula, deixando a parte crua entrar em contato com a frigideira. Quando essa parte começar a cozinhar, use a espátula para virar a omelete continuamente, formando um rolinho, até chegar ao ponto desejado (ainda vou fazer um vídeo disso...rs). Leva entre 5 e 7 minutos. Você também pode usar a técnica - que eu não domino, aliás - de virar  a omelete no prato. Nesse caso, boa sorte! Continuando, a abobrinha. Fatiei 1/3 de uma abobrinha média, empilhei as fatias e cortei em tirinhas finas, tipo julienne. Aqueci uma frigideira pequena, adicionei 1 fio de azeite e coloquei as tiras de abobrinha. Temperei com sal e pimenta do reino e cozinhei por cerca de 3  minutos, mexendo sempre. Aqueci o arroz por 1 minuto no microondas e pronto! Em menos de 15 minutos preparei uma refeição completa e saudável para o almoço de hoje (já prevendo a jacada do fim de semana). Não almoça em casa, como eu? Não tem problema, dá pra preparar rapidinho de manhã ou na noite anterior e levar de marmita! Sem preguiça que vale a pena!

Poucos minutos na cozinha compensam
ou não uma refeição fresquinha?