terça-feira, 8 de agosto de 2017

Salada Tai Crocante de Quinoa e Amendoim

A maioria das noites começa comigo pensando no que vou cozinhar para o jantar. Geralmente dou uma olhada no que tem na geladeira, folheio alguns livros de receita e no fim acabo improvisando alguma coisa com o que tá na mão. Hoje, foi tudo diferente! Primeiro, porque bati o olho nessa  salada diferentona do blog Cookie e Katie e imediatamente decidi o que ia fazer. Segundo, porque é uma receita vegetariana e aqui em casa a gente é bem carnívoro. 

Sou avessa à modismos alimentares. Sempre tem um alimento milagroso da vez, que sai dos cardápios dos entusiastas da mesma forma que entra: sem ninguém saber muito bem o que é ou para que serve. Mas, ultimamente, tenho entrado numas de tentar ingredientes diferentes ou, pelo menos, preparar os mesmos ingredientes de forma diferente.  E com essa salada consegui ambos! 

Como toda salada, o esquema é praticamente misturar tudo e temperar. Bom, praticamente. rs Ela tem três passos bem rápidos.
1
Comecei batendo no processador em velocidade média, 1 xícara de amendoim sem casca e sem sal, 1 colher de óleo de coco e 2 colheres de mel até formar uma pasta bem espessa.

Assim!

Misturei 1/4 de xícara dessa pasta com 3 colheres de sopa de molho de soja, 1 colher de sopa de mel, 1 colher de sopa de vinagre de arroz, 1 colher de chá de óleo de gergelim torrado, 1 colher de sopa de gengibre ralado, suco de 1 limão pequeno e 1 pitada de pimenta calabresa. Bati durante alguns minutos com um batedor de arame, até molho ficar homogêneo.

2
Cozinhei com 3/4 de xícara de quinoa em 1,5 xícaras de água em fogo médio até a água secar. Reservei.

3
Em um bowl grande, juntei 1/4 de um repolho roxo fatiado fino, 1 cenoura ralada grossa, 1 xícara de vagem crua fatiada fina, 1/2 xícara de coentro picado e 1/4 de xícara de cebolinha.

Para quem nunca fatiou uma vagem e nem
vagem comeu crua (como eu!) na vida, ela fica assim! 

Aí sim, é só misturar tudo e salpicar amendoim salgado! Eu dispensei! (Na verdade, esqueci!).

Amei!

Quer coisa mais linda e colorida?










terça-feira, 25 de julho de 2017

Risoto de quinoa e brócolis com medalhão de filé mignon grelhado

Andava meio preguiçosa pra cozinhar. Na verdade, andava meio preguiçosa com a vida. A única atividade da qual estava conseguindo dar conta decentemente era o treino de circuito funcional da Movement Life Style que faço às segundas, quartas e sextas de manhã no Parque do Ibirapuera. Vou porque me revigora! Meu dia já começa diferente e eu fico com muito mais pique! 

Olha eu aí, no meio dessa galera linda que eu amo! 

Semana passada, depois de um evento que participei no fim de semana, o High Stakes Experience, tudo mudou. O formato, os assuntos abordados, as palestras e palestrantes, o ambiente, despertaram uma alegria e um entusiasmo que há muito tempo estavam adormecidos dentro de mim! Sabe quando você se sente uma pessoa completamente nova? Ou melhor, quando você se sente você novamente? Difícil de explicar...

Divisor de águas!

Quando a gente se reúne em volta da mesa,
a gente não compartilha só a comida...

É nesse clima que eu comecei a semana, com vontade de fazer tudo ao mesmo tempo agora e entre esse "tudo" estava retomar a programação na cozinha e a regularidade do blog! 

Então, cá estou e meu risoto de quinoa, transportado diretamente do livro Que Marravilha, do mestre Claude Troisgros. A receita é mega estrelada, mas a preparação é bem simples e rápida. O filé mignon ficou por minha conta, porque em casa a gente ama uma carninha!

Rofoguei 1/2 cebola pequena e 2 dentes de alho bem picadinhos em 1 colher de sopa de azeite. Acrescentei 200 gramas de quinoa, dei aquela fritadinha básica (cerca de 2 minutos) e acrescentei 80 ml de vinho branco e deixei no fogo, mexendo de vez em quando até secar. Acrescentei água fervente aos poucos até a quinoa ficar macia (leva cerva de 15 minutos). Juntei 200 ml de creme de leite e 13o gramas de queijo parmesão fresco ralado, sal rosa e pimenta do reino moída na na hora, misturei tudo e deixei cozinhar em fogo baixo por 5 minutos. 

Nesse meio tempo, branqueei o brócolis: basta deixar em água fervente e sal até ficar al dente e depois mergulhar em água gelada. Piquei em pedaços pequenos e adicionei na quinoa, junto com 1 colher de sopa de suco de limão. 

O filé mignon foi só fritar com um fio de azeite em uma bistequeira pra deixar aquela charmosa marquinha de gelha. Como a gente gosta mal passado, deixei 3 minutos de cada lado.

Jantar de segunda caprichado,
pra refletir o estado de espírito!

Para finalizar, servi numa louça bem bonita pra não quebrar o clima e salpiquei queijo ralado. Agradeci pelos meus dotes culinários, por ter um teto e um fogão que me permitissem cozinhar, por ter acesso a ingredientes tão especiais e por compartilhar essa refeição com duas pessoas que eu tanto amo: meu marido, Julio, e minha sobrinha, Isabella. Não dava pra ser melhor!





terça-feira, 11 de julho de 2017

Massa integral com óleo de coco para tortas doces

99 entre 100 brasileiros são apaixonados por doce! Vejo a galera maneirando no arroz e feijão, mas nunca abrindo mão do pudim de leite no buffet! Homem, mulher, criança, idoso, não há quem não abra um sorriso ao ver a mesa de doces num casamento. Por outro lado, cada vez mais pessoas estão se preocupando buscando alternativas para uma alimentação mais saudável, sem abrir mão do sabor! Por isso, há algum tempo tenho pensado em outra opção de gordura para tortas doces que não fosse a manteiga e escolhi o óleo de coco. E não é que deu certo? A receita é bem parecida com a dessa massa básica para tortas doces. 

Em uma tigela grande, misturei 300 gramas de farinha integral, 2 colheres de sopa de açúcar orgânico e 6 colheres de sopa de óleo de coco (nessa ordem) e misturei com uma colher. Fui adicionando água aos poucos, colher por colher (acho que foram), e amassando com as mãos até conseguir formar uma massa homogênea. Fiz uma bola, enrolei no papel filme e deixei na geladeira por 30 minutos. 

Para o recheio, cortei ao meio e fatiei em meia lua 1/2 quilo de maçã (dispensando a parte do meio com o caroço), misturei 100 gramas de açúcar mascavo, 30 gramas de amido de milho e o suco de 1 laranja. 

Abri um pouco mais da metade da massa com um rolo de macarrão, forrei uma forma redonda com fundo removível (de 23cm), despejei o recheio, abri a outra parte e fechei a torta. Fica bem gordinha!

Salpiquei açúcar de confeiteiro e canela em pó e levei ao forno alto por 30 minutos (meu forno é a gás e meio capenga, observe a potência do seu e aumente ou diminua o tempo. A superfície da torta deve ficar levemente dourada).

Prontinha pra ir pro forno!

Posso falar? Ficou fenomenal! A massa fica bem neutra, mas a doçura do sabor compensa! Nem o tradicional gostinho acentuado da manteiga faz falta! 

Pedaço do bom caminho! 💓


quarta-feira, 5 de julho de 2017

Sopa de legumes e carne quentinha e aconchegante pra espantar o frio!

Pouca coisa é mais aconchegante do que um prato de sopa quente em uma noite de inverno. Peraí, deixa eu reformular a frase: pouca coisa é mais aconchegante do que um prato de sopa quente e uma taça de vinho em uma noite de inverno! Pra degustar devagar, enrolada numa mantinha no sofá, só ou acompanhada, no aconchego do seu lar! É bom demais! 

Na noite de hoje optei pela clássica sopa de legumes com macarrão, também conhecida como Minestrone. Aqui na cozinha da Crispirinha é sopa de legumes mesmo, aquela que a vovó e a mamãe faziam e que a gente comia até raspar a panela! Minha mãe batia tudo no liquidificador e transformava num lindo creme, que lá em casa a gente chamava de "sopinha marrom" quando era criança! É muito amor pra uma panela só! 💗💗💗💗💗💗

Simplíssima, saudável, econômica, democrática. Qualquer um pode fazer em poucos minutos, usando poucos ingredientes. O segredo para um sabor inigualável? Rá, você saberá logo mais!

Devidamente equipada
para iniciar o piloto! rs

Cortei em cubos pequenos cerca de 1/2 quilo de coxão mole e temperei com sal rosa e pimenta do reino moída na hora. 

Cortei em cubos pequenos 1 abobrinha média e 1 cenoura grande e 1 cebola e 2 dentes de alho bem picadinhos.

Refoguei a cebola em cerca de 1 colher de sopa de óleo de coco e 1 colher de chá de azeite em uma panela grande. Quando ficou transparente, adicionei o alho. Deixei fritar por 1 minuto (até parece que eu contei... foi até o alho começar a ficar dourado...rs) e acrescentei a carne. 

Deixei a carne no fogo, mexendo de vez em quando, por cerca de 15 minutos, até que a superfície dos cubinhos ficasse marrom, mas o meio, rosado. Juntei a cenoura, adicionei 1 litro de água e deixei cozinhar até a cenoura ficar al dente (macia, mas nem tanto). 

Depois, acrescentei a abobrinha, 1 punhadão de ervas finas secas, 1 punhadinho de açafrão, 1 punhadinho de curry, 1 punhadinho de páprica doce e 1 pitada e páprica picante. Taí o segredo! Usar o mix de temperos secos de sua preferência no lugar daqueles horrorosos cubinhos de caldo industrializados. Peguei a dica do blog Comidas que não Existem e deu super certo! 

A sopa ficou com um sabor marcante, picante, quente! Ui! rs


Só falta a mantinha
 e o sofá!

Você curte uma sopinha? Tem um segredo pra dar mais sabor elas? Gostou dessa receita? Algum prato faz despestar boas lembranças? Curta, compartilhe, conte a sua histórias nos comentários abaixo, no Facebook ou no Instagram e deixe a Cris feliz!!!

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sexta-feira, 30 de junho de 2017

5 dicas infalíveis para uma festa de sucesso!


Passei (e passo) boa parte da minha vida organizando e frequentando todo tipo de evento e isso me fez ficar cada vez mais exigente e chata quando o assunto é receber. Por mais simples pareça, até um almoço de domingo com a família exige atenção a alguns detalhes que passam batido para a maioria das pessoas, mas que fazem toda a diferença! Acredite, você poupará muita dor de cabeça seguindo essas simples dicas!

1. Planeje-se
O planejamento de uma festa começa com uma lista de convidados. A partir daí você definirá o que será servido, a quantidade e estimará os custos (falarei sobre isso em outro post). A chance de as coisas darem errado quando você arrisca é muito grande. Então, se você não quer ter prejuízo, nunca, mas nunca mesmo pule esse passo. Após definido o número de convidados e o cardápio faça uma lista de compras de mantimentos, coloque no papel tudo que você precisará para o dia - descartáveis, decoração, louças - e mãos a obra! Eu sempre monto uma planilha com todas as informações sobre o evento: número de convidados, cardápio, lista de compras e quantidades, decoração e até como tudo será disposto no dia. Acredite, poupa bastante tempo no dia e evita imprevistos. 

2. Deixe o seu convidado à vontade
Evite impor muitas regras e horários. Deixe as pessoas à vontade para comer a hora que quiserem ou para não comer também! Algumas pessoas preferem beliscar e bebericar a sentar-se à mesa para comer. Quem se importa? No final, a intenção de toda festa é estar junto e se divertir e se as coisas são muito engessadas, perdem a espontaneidade e, consequentemente, a graça. Disponha as bebidas e comidas da melhor forma e deixe as coisas fluírem!

2. Tire o foco da comida
Em 80% dos eventos que vou o assunto principal é a comida. Ou seja, todos chegam, comem e vão embora. Claro que ela é um dos pontos altos de qualquer festa e merece a devida atenção, mas vamos lembrar que o objetivo principal é reunir os amigos para uma boa prosa! Para quebrar o gelo e até incentivar as pessoas a ficarem mais (nenhum anfitrião gosta de visita de médico), sirva alguns drinks diferentes com e sem álcool, preparados na hora e de acordo com o gosto de cada um. O momento em si vira uma diversão e é bem capaz de um ou outro querer se arriscar e fazer o seu próprio drink! Também gosto de deixar para preparar ou finalizar algum prato simples depois que as pessoas já chegaram. Quer coisa melhor do uma reunião ao redor do fogão, como era na casa das nossas avós? Amo!

3. Marque sua festa para uma hora antes do horário real

Nós brasileiros somos atrasildos por natureza. Por alguma razão, já ficou constituído chegar 1 hora depois do horário divulgado, seja por ficarmos constrangidos quando somos os primeiros a chegar (eu adoro! rá!), seja pela falta de preocupação com horário por se tratar de um momento de lazer. A questão é: as pessoas não chegarão na hora. Então, marque sua festa sempre para uma hora antes daquela que você espera que as pessoas realmente cheguem e drible auita ansiedade! 

4. Seja precavido
Mesmo quando o combinado é cada um levar uma coisa,  o que é mais do que comum nos dias de hoje, tenha pelo menos uma caixa de cerveja gelada, alguma bebida sem álcool e alguns aperitivos simples, como castanhas e azeitonas para servir logo que os primeiros convidados chegarem. Ninguém vai querer ficar de braço cruzado até a primeira leva de bebida gelar, né? 

5. Capriche na apresentação
Dê uma atenção especial a como as coisas são servidas. Toda recepção é uma ocasião especial e acho que vale a pena caprichar na arrumação - mesmo que os convidados sejam seus pais! Uma toalha bonita, flores e o jogo de jantar que você ganhou de casamento e nunca usou fazem bonito! Travessas e tigelas para servir também são bem vindas (panela do dia a dia na mesa não, não e nãããããão!).  

Uma coisa que devemos sempre lembrar é que quando abrimos a porta da nossa casa, queremos as pessoas se sintam bem-vindas e queridas! Dedicar um pouco do seu tempo a esses pequenos detalhes prova o quanto seus convidados são importantes para você! Tenho certeza que terão uma experiência inesquecível e irão querer voltar sempre! Tem prazer maior?


Convidados felizes é sinal de festa boa!

Existem dezenas de outras  coisas que podem valorizar seu evento, seja ele do tamanho que for. A gente aprende mesmo é indo e fazendo e em cada ocasião aprende alguma coisa nova! Conta pra gente, você gosta de receber? Tem algum segredo infalível para uma festa de sucesso? Aguardo as suas dicas e comentários no Facebook e no Instagram e aqui embaixo!!!

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Até mais!


quinta-feira, 29 de junho de 2017

Hoje é dia de nhoque da fortuna!!!

Reza a lenda que tudo começou em um 29 de dezembro qualquer do século IV, quando São Pantelão saiu batendo de porta em porta em um vilarejo italiano em busca de comida, se passando por um andarilho. Uma família o deixou entrar e dividiu a pouca comida que tinha, servindo exatamente 7 nhoques para cada um. São Pantaleão agradeceu a refeição e partiu. Ao tirar a mesa, a família encontrou moedas de ouro embaixo dos pratos. A história ficou famosa no mundo inteiro e deu origem ao ritual que ocorre no dia 29 de cada mês, quando coloca-se dinheiro embaixo do prato e come-se em pé os primeiros sete pedaços de nhoque. Eu nunca fui adepta da simpatia, mas esse mês resolvi aderir e pesquisar sobre essa tradição, graças à uma mala direta de mercado anunciando a data (a propaganda seria bem sucedida não fosse pelo fato de que nenhum ingrediente foi comprado no mercado em questão! Hahahaha).

Não satisfeita em apenas comprar um pacote de massa fresca, lá fui eu inventar de prepará-la em casa em plena quinta-feira na hora do almoço. Claro que me arrependi no meio do caminho, mas essas coisas não tem volta...

Resolvi usar as lindas mandiocas orgânicas do sítio em vez de batatas, pois já estavam descascadas, lavadas e pré-cozidas, o que facilitou bastante o processo. Pra que sofrer?

Coloquei quase 1,5 quilos de mandioca cortada em pedaços uniformes na panela de pressão, 1 colher de chá de sal e cobri com água. Deixei cozinhar por cerca de 20 minutos depois de pegar pressão. 

Amassei a mandioca em uma tigela e deixei esfriar um pouco. Juntei 1 ovo, 1 xícara de farinha e 1 colher de sobremesa de manteiga. Misturei tudo com uma espátula até conseguir manusear. Ela fica bem grudenta, mas é assim mesmo. Para fazer os nhoques, coloquei um pouco de farinha nas mãos e em cima da mesa. Tirei um pedaço da massa e estiquei com as mãos formando um rolinho comprido e depois cortando. É assim: você pega um pedaço de massa e coloca na superfície enfarinhada. Depois, fricciona a massa contra a superfície, em um movimento de vai e vem, esticando-a. Quando ela ficar com a espessura do seu dedão se você for mulher e do seu dedo indicador se você for homem, corte a massa em vários pedaços pequenos. Deu pra entender? Fiz isso várias vezes, até acabar a massa (ai que trampo!).

Para acompanhar, fiz um molho de lagarto desfiado bem carnudo. Refoguei na panela de pressão 1 cebola média e 4 dentes de alho picados com 1 colher de sopa de azeite. Juntei um pouco mais de 1/2 quilo de lagarto cortado em cubos, temperei com sal e pimenta do reino e deixei fritar até a carne ficar marrom. Acrescentei 1 cenoura e 2 tomates cortados em cubos, ervas finas secas e um pouco mais de pimenta do reino e dei uma refogadinha rápida. Completei com 1 litro de água, tampei a panela e cozinhei por uns 20 minutos após pegar pressão. Abri a panela, desfiei a carne, que já estava bem molinha, com um garfo e juntei cerca de 2 xícaras de molho de tomate caseiro que já tinha pronto. Deixei apurar por mais uns 15 minutos em fogo baixo.

Para terminar, cozinhei os nhoques aos poucos em água fervente, até subirem à superfície. Essa parte foi a mais trabalhosa porque, vou te contar, haja nhoque!

A essa altura do campeonato, morta de fome e cansada, os sete nhoques de pé não rolaram (é nhoque pacas!), mas o dinheirinho tava lá, como manda a tradição. Será que tem problema? rs

Almoço de quinta-feira com cara de almoço de domingo!




quarta-feira, 19 de abril de 2017

Missão resgate Páscoa 2: ragú picante de lagarto

Domingo de Páscoa teve brunch e um dos pratos era um rosbife de lagarto. Como tinha muita comida, metade da carne ficou para trás e ela virou um lindo ragú. Ragú express, mas delicioso! 

Coloquei o rosbife cortado em cubos e 1 cebola picada grosseiramente na panela de pressão com um pouco de azeite e deixei cozinhar em fogo alto até tudo começar a ficar dourado. Juntei 1 tomate picado e temperei com uns 5 raminhos de tomilho fresco, sal rosa, pimenta do reino, 1 colher de chá de pimenta caiena, 2 colheres e sopa de mostarda dijón e 1 colher de sopa de vinagre balsâmico. Acrescentei 2 colheres de sopa de farinha de trigo, misturei bem e cobri com água. Deixei cozinhar por uns 20 minutos, abri a panela e desmanchei os pedaços de carne com um colher. Acrescentei 1 colher de sopa de molho de pimenta Tabasco e deixei cozinhar mais 10 minutos em fogo baixo, com a panela destampada.

O molho ficou muuuito suculento e com um sabor bem marcante! Fez dupla bonito com um simples espaguete cozido al dente! Só faltou o vinho! 

Antes: rosbife do brunch de domingo.
Depois:  molho para o espaguete do jantar de ontem!