sábado, 7 de setembro de 2013

Cosmopolitan

Comecei a tomar Cosmopolitan por causa da minha prima Renata e tomei gosto pela coisa. Depois que ganhei uma caixa de suco de cranberry do sogrão, virou uma coisa quase corriqueira aqui em casa. Então, por que publicar a receita do referido drink justo hoje? Porque estou bebendo-o (existe isso?) right now. E porque sempre faço para a Ma, ela gosta e isso me deixa feliz! A receita tradicional do Cosmopolitan, ao contrário do visual, não é pra mocinha não. Apesar de ser considerado bebida de menina (por conta do tal seriado, écati), ele é bem fortinho e eu adoro. A receita que eu gosto é a seguinte: 60 ml de vodka, 30 ml de triple sec (licor de laranja) , 30ml de suco de cranberry e o suco de meio limão. Isso siginifica: 2 partes de vokda, 1 parte de triple sec, 1 parte de suco de cranberry e suco de meio limão. Se você preferir uma bebida  mais leve (leia-se: mais mirim), use apenas 1 parte de vodka e 1,5 de suco de cranberry. Pera aí que eu vou preparar mais um!

Bonito, né?

terça-feira, 3 de setembro de 2013

Penne integral ao molho de queijos

Receita mega fácil, mega rápida e mega boa! O macarrãozinho integral compensou o peso do molho e a margarina light entrou para amenizar os queijos e deixar a nossa consciência mais leve (só a consciência). Cozinhei 2 xícaras de penne integral em água e sal, escorri e reservei. Refoguei meia cebola pequena e 1 dente de alho triturados no mixer (presente da querida Angélica, tia do Julio e agora minha também. Obrigada!!!) em 2 colheres de sopa de margarina light. Quando a cebola começou a ficar dourada, adicionei aos poucos 2 colheres de sopa de farinha de trigo, mexendo sempre. Quando essa mistura virou uma pasta, fui adicionando, também aos poucos e mexendo sempre, cerca de duas xícaras de leite desnatado. A pasta virou um creme. Adicionei a esse creme meia xícara de queijo gruyére, meia xícara de provolone, umas três colheres de sopa de queijo gorgonzola amassado, mexendo entre uma porção e outra, até que o queijo derretesse completamente. Quando todos os queijos estavam bem incorporados ao creme, adicionei mais um pouco de leite para deixá-lo um pouco menos espesso, mais com cara de molho. Por último, adicionei um pouco de noz moscada, misturei bem e desliguei o fogo. Servi com manjericão seco salpicado - meu pezinho de manjericão morreu durante as férias. Buá!


O quarto queijo foi o parmesão ralado da 
finalização. Eu dispensei no meu prato,
 mas o Julio encarou!

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Muffin de banana

Fiz esse muffin na última sexta-feira e o resultado foi satisfatório. Nem acreditei que consegui tirar os bolinhos do forno sem que murchassem totalmente. Ficaram meio xoxos, mas não totalmente caídos. Acho que o fato de eu ter feito meia receita comprometeu o resultado, em termos de aparência, mas pelo menos ficou bem gostoso! Comecei preaquecendo o forno a 200ºC e untando com óleo em spray 6 forminhas de silicone para muffin. Amassei 2 bananas e reservei. Em um recipiente pequeno, bati um ovo com 30 ml de óleo de soja. Em outro recipiente, misturei 125 gramas de farinha de trigo (peneirada 3 vezes), 50 gramas de açúcar, 1/2 colher de sopa de bicarbonato de sódio, 1 colher de sopa de fermento em pó e 1 colher de sopa de canela em pó. Juntei a banana e fui adicionando aos poucos o ovo batido com óleo, mexendo sempre. Distribuí a massa nas forminhas de muffin até quase encher (deixando cerca de um dedo de espaço até a borda) e coloquei as forminhas dentro de uma forma de bolo retangular. Assei durante cerca de vinte minutos. Desliguei o fogo e fui abrindo o forno aos poucos. Levei cerca de 5 minutos para abrir o forno inteiro e tirar os muffins, porque me disseram que isso evita que o bolo murche. Também ouvi que a forma não deve ser colocada direto em cima de uma superfície fria e ficar perto de correntes de vento. Os muffins não chegaram a cair, é verdade, mas também não ficaram tão fofos quanto eu esperava :( Ainda vou descobrir o segredo...

Antes.

Durante.

Depois. Que feinhos, coitados! 
Prometo melhorar!

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Cebola e alho de cem reais

Fui ao mercado comprar cebola e alho e voltei com quase 100 reais em compras. Por queeeeeee? Subi a Lavandisca com a consciência e a sacola pesada. Estou tentando economizar e minha meta do mês (que vem, é claro) é ficar sem ir ao mercado durante uma semana. Mas quer coisa mais triste do que pensar em cozinhar alguma coisa e não ter os ingredientes em casa? Bate uma depressão profunda, precisa ver! Aí, para justificar o fato de eu ter gastado com coisas que, digamos, eu não precisava, necessariamente, e proporcionar algum conforto para a minha pobre (e gastona) alma, penso comigo mesma: "mas eu gastei no mercado da semana metade do que eu e o Julio gastaríamos em um bar ou restaurante em uma  noite! Já que não estamos saindo muito mesmo, não tem problema, certo?". E continuo subindo a rua, convencida e feliz, pensando no cardápio da noite!
 Só cebola e o alho...

Polenta cremosa com carne de panela

Eu ia chamar o meu molho de ragu, mas essa é a denominação usada para um molho para massas feito de carne cuja principal característica é o cozimento bem lento. Como não é isso que você vai encontrar nesse post, resolvi tratar o tal do ragu com o devido respeito e inventar outro nome para o meu molho. Afinal, sua preparação não foi nada lenta, com direito a panela de pressão e tudo, uma maravilha! Comecei temperando com sal e pimenta do reino (como sempre) um pedaço de cerca de 400 gramas de acém e cortei em pedaços grandes. Em uma panela de pressão, refoguei meia cebola e meio pimentão vermelho fatiados em um pouco de óleo. Quando ficaram macios, juntei a carne, deixei fritar um pouco (até ficar levemente marrom por fora), coloquei cerca de meio litro de água e fechei a panela de pressão. Abri a panela uns quarenta minutos depois e a carne já estava bem macia, desfiando facilmente com um garfo. Coloquei mais um copo pequeno de água, meio saquinho de molho de tomate, meio tablete de caldo de carne e cerca de uma colher de sobremesa de tomilho seco. Deixei apurar mais um pouco, mexendo de vez em quando, até o molho ficar bem grosso. Fiz a polenta misturando 1 xícara de fubá em 2 xícaras de água fria em um copo. Pus essa mistura em uma panela e cozinhei em fogo baixo, mexendo sempre, até obter a consistência de um purê (entre 10 e 15 minutos). Servi a polenta com o molho em um prato fundo e ficou até apresentável. A dupla aqueceu nossa terça-feira e ainda virou marmita no dia seguinte!

Fez bonito na terça-feira fria e ainda
rendeu um repeteco!

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Arroz de churrasco

O que fazer com aqueles pedaços abandonados de carne que sobram do churrasco nosso de cada dia? Não dá para congelar para o próximo churrasco e jogar fora dá dó. Para dar cabo dessas pequenas sobras, costumo fazer um mexidão de arroz, que batizei de arroz de churrasco. Que fique claro: as carnes devem estar cruas. Ainda não vi nenhum prato que aproveitasse carnes já assadas do churrasco do dia anterior ficar gostoso. As carnes ficam duras e secas e, provavelmente, só o totó vai gostar (se alguém tiver alguma receita mágica, por favor, compartilhe). Bom, as carnes remanescentes desse domingo foram contra filé, lombo de porco, linguiça apimentada e linguiça toscana. Também tinha um pouco do frango primavera do PF de sábado. Não fui tímida e reaproveitei tudo no meu arroz. Olha só que fácil. Tirei a pele e esmaguei com as mãos 2 linguiças apimentadas e 1 linguiça toscana. Fatiei finamente o contra e o lombo e temperei com sal e pimenta do reino. Fritei a linguiça em uma frigideira grande até ficarem mal passadas (rosa claro) e depois adicionei o lombo e o contra e procedi da mesma forma. Tirei as carnes da frigideira e usei o caldo que sobrou para refogar meia cebola e um dente de alho fatiados. Misturei as carnes novamente nesse refogado e acrescentei duas xícaras de arroz pronto e um ovo cozido picado. Completei com um punhado de pimenta caiena, misturei bem e desliguei o fogo. Devido à mistureba total, o prato dispensa acompanhamentos, o que o torna bem prático e ideal para uma segundona de preguiça.

Carnes de churrasco dando um brilho 
no arroz basiquinho

Comidinha da mamãe: arroz e feijão

Já ouvi muita gente falando que não sabe cozinhar feijão. Respeito, porque quando eu não sabia também achava que era um bicho de sete cabeças. Surpresa gente: não é! É rápido, fácil e tem aquele ar de comidinha da mamãe. E qual a primeira coisa que vem à mente quando se pensa em feijão? Arroz, é claro! Como a dupla geralmente exige alguma "mistura" (nunca entendi direito essa expressão)... fiz um franguinho com vegetais para acompanhar, que batizei de frango primavera. Tudo começou assim: temperei meio peito de frango desossado com sal, pimenta branca e meio limão e reservei. O próximo passo foi o feijão. Coloquei duas xícaras de feijão em uma panela de pressão e cobri de água (tem que ter cerca de um palmo a mais de água em relação ao feijão). Adicionei na panela uma colher de sopa de sal e algumas folhas de louro e fechei. E liguei o fogo, claro...rs. Arroz não é mais segredo para ninguém, certo? Errado. Quem cozinha é porque precisa ou porque gosta. Mas muita gente, vamos falar a verdade, raramente precisa ou não gosta! Então, é natural que não saiba fazer um arrozinho e não tem problema nenhum. A Cris está aqui para te ajudar! rs O procedimento foi o seguinte: lavei uma xícara de arroz com as mãos em água corrente, escorri e deixe secar. Piquei meia cebola pequena e duas cabeças de alho (bem picadinho) e refoguei em uma colher de óleo primeiro a cebola  e depois juntei o alho (se colocar tudo junto, o alho queima). Quando ambos ficaram dourados, juntei o arroz. Deixei fritar uns 5 minutos, mexendo de vez em quando, e depois coloquei 1,5 xícaras de água (pode ser fria ou fervendo, tanto faz). Um pouco antes da água secar completamente, tampei a panela e abaixei o fogo. Depois de uns 10 minutos o arroz já estava cozido. O tempo de cozimento vai depender da sua panela, fogão, etc. Talvez seja necessário colocar mais um pouco de água. A essa altura o feijão já tinha cozinhado, então, o próximo passo foi temperá-lo. Para isso, basta refogar alho e cebola em um pouco de óleo (em outra panela) e depois ir colocando o feijão nesse refogado e deixar o caldo engrossar durante uns 10 ou 15 minutos. Eu coloquei também um tablete de caldo de carne. O terceiro e último passo foi o frango. Fritei o frango reservado no começo em uma frigideira grande com um pouco de azeite até ficarem bem branquinhos. Tirei e reservei. Na mesma frigideira, fritei uma cebola roxa, meio pimentão amarelo, meio pimentão vermelho e meio pimentão verde até ficarem bem dourados e depois juntei o frango e misturei bem. O resultado foi esse PF moderninho! Gostei! 

PF de sabadão da Cris