quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Hambúrguer de atum com chips de batata doce e lâminas de abobrinha

Sabe quando bate aquela vontade mortal de comer um X-salada enorme e batata frita (olha a TPM chegando...)? Isso aconteceu comigo ontem e eu só resisti porque lembrei de uma receita de hambúrguer de atum maravilhosa do chef Emeril Green. Foi ela que fez a felicidade da minha noite, junto com outra de chips de batata doce e a minha própria de lâminas de abobrinha grelhada. Olha só como foi fácil: tirei a pele e cortei cerca de 1/2 quilo de filé de atum em cubos bem pequenos. Juntei 1 colher de mostarda Dijon, 1 punhado de cebolinha picada, 1 colher de gengibre picado, 1 colher de chá de molho de soja, sal e pimenta do reino. Misturei tudo com as mãos até todos os ingredientes se incorporarem e a mistura obter a textura de um hambúrguer de carne. Dividi essa "massa" em várias bolinhas e moldei em forma de mini hambúrgueres, com a ajuda de um cortador de massa. Reservei. Descasquei 1/2 batata doce grande e cortei em fatias bem finas. Forrei um prato grande com duas folhas de papel toalha, dispus as fatias de batata em cima das folhas e levei ao micro-ondas, em potência alta, por 3 minutos. Virei e deixei mais uns 2 minutos. Dividi 1/4 de abobrinha  (a gigante, usada no fusilli da semana passada) ao meio, cortei em lâminas finas e fritei em uma bistequeira com um fio de azeite, dos dois lados, até ficarem douradas. Adicionei um pouco mais de azeite no meio do caminho. Por fim, fritei os hambúrgueres en um pouco de azeite (use a gordura de sua preferência) na mesma bistequeira. Dá pra colocar tudo dentro de qualquer pão (eu usei o integral de linhaça) e fazer um sanduba ou montar um prato arrumadinho! Ficou fenomenal das duas formas!

Combinação perfeita para um sandubão...

ou um prato montadinho!

Prazer, abobrinha gigante! 

sábado, 17 de janeiro de 2015

Janta muito muito rápida

Hoje o Julio veio com um papo de comer miojo e o cansaço quase me convenceu, não fosse um simples fato: eu me recuso a jantar miojo sexta! A ideia de mandar pra dentro uma comida insossa cheia de sódio já não é muito atraente em dias comuns e sexta está fora de cogitação. Então, surgiu a ideia de fazer uma massa rápida e apetitosa, que substituísse com honras a praticidade do macarrão instantâneo. Cozinhei meio pacote de fusilli em água fervente e escorri. Cortei 3 tomates (sem sementes) em cubos pequenos e reservei. Descasquei e cortei  1/4 de uma abobrinha gigante do sítio em cubos e refoguei em 1 cabeça de alho (descascado, óbvio) espremido e meia xícara de azeite. Temperei com sal e pimenta do reino e misturei esse refogado no macarrão. Adicionei um pouco de pimenta calabresa em flocos e o tomate picado e deixei no fogo até tudo ficar quentinho. Retirei do fogo, coloquei em uma travessa média e finalizei com mais um pouco de azeite e lascas de queijo parmesão. Imbatível!

O meu miojo!

quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

Atum com crosta de pimenta branca, molho de maracujá e espinafre

Peguei essa receita do livro do Claude Troisgros mas, como sempre, alterei algumas coisas e talvez por isso o resultado não foi o que eu esperava. De qualquer forma, foi super rápido e fácil de fazer e pode fazer bonito numa ocasião especial ou simplesmente quando você tiver vontade de comer alguma coisa mais caprichada (que no meu caso é quase todo dia...rs). Temperei dois filés de atum com sal e reservei. Cozinhei a polpa de dois maracujás médios com 100 ml de mel até reduzir 3/4. Coei e adicionei 100 ml de azeite e uma gema e misturei bem. Servi com espinafre branqueado e passado na manteiga e alho (limpei um maço de espinafre e cozinhei durante alguns minutos em água fervente com sal; transferi o espinafre para uma tigela com água gelada, para encerrar o cozimento, apertei o espinafre cozido para tirar a água e depois passei na manteiga, mexendo sempre com um garfo espetado com um dente de alho). Por último, empanei apenas um lado dos filés com pimenta do reino branca fresca e fritei dos dois lados, até alcançar o ponto mal passado. Ficou tudo lindo, mas o sabor da pimenta acabou “escondendo” o sabor delicado do peixe. Da próxima vez, menos pimenta!

Combinação (quase) perfeita!




sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Massa para torta sem glúten

Semana passada comecei a testar algumas receitas sem glúten e sem lactose, para atender à crescente demanda por alimentos mais saudáveis e pessoas celíacas ou com deficiência de lactase que buscam mais sabor na alimentação do dia a dia. Essa massa para tortas - criada por mim, que legal! - me surpreendeu muito, pois sua crocância e sabor não deixam nada (nada mesmo!) a desejar em relação à receita tradicional. Dá um pouco de trabalho, como toda torta, mas me diz se não vale a pena? Em uma tigela grande, juntei 300 gramas de farinha de arroz peneirada, 150 gramas de manteiga gelada cortada em cubos e um pouco de sal. Misturei esses ingredientes com a ponta dos dedos até ficarem com a textura de uma farofa (tente esmagar com os dedos as bolotas de manteiga, agregando-as à massa). Acrescentei 1 ovo batido e amassei com as mãos até formar uma massa homogênea. Se necessário, acrescente 1 ou 2 colheres de água gelada. Não se deve, nem precisa, trabalhar muito a massa. Ela fica lisa e brilhante rapidamente! Embrulhei a massa em um papel filme e levei ao refrigerador por uns 20 minutos. Depois, abri 2/3 da massa com um rolo, usando 2 sacos plásticos. Fiz assim: coloquei um saco plástico de polietileno (aqueles usados para congelar alimentos) em uma superfície plana, 2/3 da massa em cima do plástico e cubri com outro saco plástico (costumo abrir os saquinhos com a tesoura para ter certeza de que cobrirão toda a massa). Com a massa entre os dois sacos plásticos, achatei-a levemente com as mãos e depois fui abrindo com o rolo. O disco de massa deve ter cerca de 2 dedos a mais do que o tamanho da forma (usei uma de 18 cm. de diâmetro). Retirei o plástico de cima da massa e, com a ajuda do outro saco plástico, acomodei-a bem no fundo e nas laterais da forma, pressionando-a delicadamente, até preencher todos os espaços livres. Retirei o plástico com cuidado. Recheei generosamente com frango desfiado (refogado com cebola, alho, tomate, milho, ervilha, pimenta do reino, sal e ervas variadas) - mas pode ser o recheio de sua preferência - e reservei. Abri o restante da massa da mesma forma, deixando uma sobra de 1 dedo em relação ao tamanho da forma, e depois cobri a torta recheada. Comecei pressionando levemente a massa contra o recheio e depois "belisquei" toda a borda da torta, juntando as sobras de massa da base com as da cobertura. Pincelei uma gema batida na superfície da torta e levei ao forno alto por cerca de 30 minutos. Ela ficou linda, dourada e apetitosa, pronta para ser levada no almoço de domingo na casa da família. Garanto que ninguém vai perceber que não tem glúten!

Comida democrática com aparência e gosto de comida! 

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Escodidinho de frango e batata doce

A primeira receita da série de comidinhas saudáveis da Crispirinha foi esse delicioso escondidinho de frango com batata doce, sugerida pelo meu querido primo Marcelo, profissional de educação física e sócio da Movement Life Style (que, aliás, está revolucionando a forma de praticar atividade física! Dá uma olhada!).  Além de super nutritivo e saboroso, é prático e fácil de fazer! Se você não tem muito tempo durante a semana, dá pra cozinhar no fim de semana e dividir em porções individuais e congelar. Fica perfeito descongelado tanto no microondas, quanto no forno! Cozinhei 1 peito de frango inteiro em água e sal até ficar bem macio e desfiei. Em outra panela, refoguei 3 dentes de alho e 1/2 cebola picados em uma colher de margarina light até começarem a ficar dourados. Juntei o frango desfiado, 1 pitada de pimenta do reino e cerca de 1/2 xícara de salsinha. Misturei bem, acrescentei duas xícaras de caldo de frango e deixei uns 10 minutos no fogo, para apurar o sabor. Para fazer o purê, cozinhei 3 batatas doces médias até ficarem bem macias, passei as batatas por uma peneira, com a ajuda de uma colher (pode usar o processador de legumes ou amassar com o garfo mesmo), e reservei. Para montar o escondidinho, a "técnica" foi a de praxe: distribui o frango desfiado em um refratário, cobri com o purê e batata, salpiquei um pouco de queijo parmesão e levei ao forno até o queijo gratinar (uns 15 minutos). Depois, foi só comer sem culpa! Tá bom, com menos culpa!

Olha que cara boa!





quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Frango ao curry e vinho branco

Frango de panela tem gosto de casa de vó! O da minha avó materna, vovó Zenaide, era imbatível: carne macia, caldo bem grosso com cebola, tomate e um pouquinho de purê de tomate! Foi essa comidinha que inspirou o meu almoço de domingo ao avistar a coxa e sobrecoxa no cantinho da minha geladeira. Em uma panela de pressão, fritei 1 cebola roxa cortada ao meio e fatiada e 3 dentes de alho laminados em um pouco de azeite até começarem a ficar dourados. Juntei 2 coxas e 1 sobrecoxa grandes e deixei fritar por cerca de 10 minutos, mexendo de vez em quando. Acrescentei 1/3 de garrafa de vinho branco, 300 ml de água e tampei a panela. Cerca de 20 minutos depois, abri a panela e acrescentei 1 tablete de caldo de frango e 1 colher de chá de curry. Misturei e deixei mais uns 15 minutos em fogo baixo, até o caldo reduzir a 1/3 e ficar bem grosso. Olha que suculento!


Franguinho cozido fácil e rápido!





terça-feira, 4 de novembro de 2014

Escondidinho de carne seca e abóbora

O escondidinho é basicamente a combinação de uma carne desfiada com purê de legumes e essa combinação dificilmente dá errado. Dependendo da carne e do legume utilizados na receita, a preparação pode ser mais fácil ou mais complexa. A carne seca, por exemplo, é bem chatinha de fazer, já que tem que dessalgar, cozinha, tirar a gordura, etc. Já a abóbora é uma maravilha! Não leva muito tempo para ficar macia e fácil de amassar. Mas independentemente do nível de dificuldade da receita, o resultado sempre compensa! Essa eu fiz da seguinte forma: em uma panela de pressão, refoguei 2 dentes de alho e meia cebola picada em duas colheres de manteiga. Adicionei uns 300 gramas de abóbora e deixei cozinhar por cerca de 10 minutos com a panela aberta, mexendo de vez em quando. Cobri a abóbora com água, acrescentei 1 colher de chá de sal, fechei a panela e deixei cozinhar por 20 minutos. Ao abrir a panela, a abóbora vai estar bem mole, quase formando um caldo. Bastou passar pela peneira com a ajuda de uma colher (pode ser amassador de legumes) para formar o purê. Temperei esse purê com sal e pimenta do reino, acrescentei uma xícara de creme de leite e reservei. Em uma panela média, refoguei 1 cebola fatiada em cerca de 1/3 de xícara de azeite, acrescentei a uns 300 gr. carne seca já cozida, dessalgada e desfiada (veja aqui como fazer isso) e deixei cozinhar por cerca de 5 minutos. Juntei uma xícara de catupiry e misturei bem, até o queijo se incorporar totalmente à carne acebolada. Para a montagem: coloquei a mistura de carne carne no fundo de um refratário, cobri com o purê de abóbora e salpiquei bastante queijo parmesão fresco ralado. Levei ao forno alto por 15 minutos (ou a até o queijo ficar dourado) e pronto! Fez o maior sucesso!

Uma perdição!